MAIS PROTEÇÃO PARA TARTARUGA MARINHA EM ANGOLA

MAIS PROTEÇÃO PARA TARTARUGA MARINHA EM ANGOLA

Sensibilização
Ambientalistas repudiam captura de tartaruga marinha

Luanda – Os ambientalista da Rede Maiombe estão a implementar uma campanha de sensibilização, a nível do país, para desencorajar a captura directa de tartarugas marinhas para o comércio da sua carne e outros derivados, em várias localidades da orla litoral.

A informação foi avançada hoje à Angop, em Luanda, pelo secretário geral da organização, Rafael Neto, segundo o qual esses cidadãos estão também a destruir os ninhos das tartarugas, para o consumo dos seus ovos e comercialização de outros.

Explicou que esse trabalho está a ser feito em colaboração com o departamento de biologia da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, sublinhando que está a ser mais intenso junto das zonas onde os sinais da captura de tartaruga foram muito evidentes.

Além dos ovos, a sua carapaça (da tartaruga) também está a ser comercializada para fins de ornamentação.

Entre estes e outros sinais constatados pelos ambientalistas, Rafael Neto disse que são ainda vários riscos que a tartaruga marinha vive, daí precisar-se um árduo trabalho para a sua conservação e protecção.

Face a situação e no quadro do programa de educação e consciencialização ambiental do projecto “Kitabanda”, implementado desde 2010, pelo departamento da Faculdade de Ciências da UAN, os ambientalistas estão a trabalhar há uma semana junto das comunidades e de utilizadores das principais praias, proporcionando informações, conhecimento e experiências que resultam em atitudes de protecção e preservação da tartarugas marinhas e seu habitat.

Este projecto numa primeira fase vai ser realizado em Luanda, para posteriormente ser efectuado em outras regiões localizadas na zona costeira de Angola.

O projecto “Kitabanga” visa contribuir na protecção das tartarugas marinhas ao longo da Costa Angolana. A implementação deste projecto tem permitido conhecer melhor o “status” deste animal e já permitiu o registo de mais de duas mil e seiscentas tartarugas e a preservação de mil e 800 ninhos.

Este trabalho permitiu de igual modo promover a sobrevivência, até ao mar, de 140 mil pequenas tartarugas, um trabalho que envolveu a comunidade científica, estudantes e cidadãos residentes na zona costeira, sobretudo nas áreas em que está a ser desenvolvimento o projecto.

Fonte: ANGOP

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Sobre Junior

Cristão, amante da Natureza, de bem com a vida, feliz por trabalhar com prazer
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