ASTERÓIDE AO VIVO DIRETO DA NASA IMAGENS OBSERVATÓRIO GIN GIN AUSTRÁLIA

ASTERÓIDE 2012 DA 14 AO VIVO DIRETO DA NASA IMAGENS OBSERVATÓRIO GIN GIN AUSTRÁLIA

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Nasa tranquiliza: asteróide de hoje não vai se chocar com a terra

asteroide_da_14
Por Rinaldo de Oliveira
Não há motivo para medo.
A Nasa garante que o asteroide que passará perto da terra hoje, sexta-feira, dia 15, sobrevoando o nosso planeta na menor distância já registrada em um corpo celeste do seu tamanho, estará longe o suficiente para não causar problemas por aqui.
O asteroide 2012 DA 14, descoberto por acaso por astrônomos depois de ter passado na imediações em fevereiro de 2012, passará a apenas 27.700 km da superfície da Terra, informou a agência especial dos EUA.

Essa distância está além da atmosfera terrestre, mas é mais próxima do que a órbita da maioria dos satélites meteorológicos e de comunicações.

“A órbita deste asteroide é tão conhecida que podemos dizer, com confiança, que mesmo considerando as incertezas orbitais, ele não poderá se aproximar mais do que 27.520 km da superfície da Terra. Portanto, o impacto com a Terra não é possível”, assegurou Donald Yeomans, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.
“Ao mesmo tempo, passará a 8.047 km dentro do cinturão” de satélites, disse Yeomans a jornalistas, afirmando que a rota do asteroide o coloca no lugar perfeito para não provocar danos de impacto.
Segundo as previsões, o asteroide fará sua maior aproximação da Terra por volta das 17h54 de 15 de fevereiro (hora de Brasília, 19h24 GMT), com margem de erro de um ou dois minutos, e passará sobre o Oceano Índico, na altura da ilha de Sumatra.
Segundo os astrônomos, o corpo celeste ficará visível, com a ajuda de um telescópio, no leste europeu, na Austrália e na Ásia. Portanto, não poderá ser visto aqui no Brasil.
A Nasa estima que um pequeno asteroide como o 2012 DA 14 passe pela Terra a cada 40 anos, em média, mas só atinja o nosso planeta uma vez a cada 1.200 anos.
Fonte:  BAND

Asteroide de 45 m de diâmetro passa ‘de raspão’ hoje pela Terra

Nunca um asteroide desse porte foi monitorado passando tão perto da Terra. Isso dará aos astrônomos uma oportunidade única de estudá-lo

Viajando a 28.100 km/h, um asteroide com 45 metros de diâmetro passa hoje de raspão pela Terra. Em sua aproximação máxima, ele estará mais perto de nós que os satélites usados para telecomunicações. Mas não há risco de colisão. Ufa.

Descoberto no ano passado, o pedregulho batizado de 2012 DA14 é o último –e mais contundente– dos alertas de que asteroides oferecem risco real ao futuro da civilização (deixando no chinelo crises hipotecárias americanas).

Em seu sobrevoo da Terra, ele passará a apenas 27.680 km da ilha de Sumatra, na Indonésia, às 17h24 (de Brasília). Apesar da proximidade, ele é tão discreto que não poderá ser visto a olho nu.

No Brasil, à luz do dia, nem com a ajuda de instrumentos será possível vê-lo.

Nunca um asteroide desse porte –capaz de causar estragos– foi monitorado passando tão perto da Terra. Isso dará aos astrônomos uma oportunidade única de estudá-lo.

Para esse fim, o principal instrumento é o radar, que permite um mapeamento de sua superfície durante a fase de maior aproximação do objeto, que tem a largura de meio campo de futebol.

EVENTO TUNGUSKA

Embora asteroides com esse tamanho sejam incapazes de provocar extinção em nível planetário (o bólido que matou os dinossauros 65 milhões de anos atrás tinha cerca de 10 km de diâmetro), o estrago em caso de colisão pode ser grande.

Um exemplo disso foi o episódio ocorrido em Tunguska, na Sibéria, em 1908. Um fenômeno equivalente à detonação de uma arma nuclear na atmosfera provocou uma onda de choque que achatou 2.000 km2 de floresta.

Acredita-se hoje que tenha sido um asteroide de cerca de 60 metros de diâmetro, que nem chegou a colidir com o chão, mas se quebrou no atrito com a atmosfera terrestre.

Caso o 2012 DA14 estivesse destinado a trombar com o planeta, faria estrago similar. Se a colisão ocorresse numa região habitada, seria uma catástrofe sem precedentes. Mesmo caindo no oceano, seria um problema.

“Nesse caso, só correr para as montanhas”, afirma Cassio Leandro Barbosa, astrônomo da Univap (Universidade do Vale do Paraíba), em São José dos Campos. Seria a única maneira de fugir do tsunami resultante.

Com sorte, no caso do 2012 DA14, como o objeto foi descoberto há um ano, caso houvesse perigo de colisão, daria para tentar evacuar as regiões ameaçadas. “Mas imagine o caos”, diz Barbosa.

Pesquisadores da Nasa estimam que uma colisão desse tipo aconteça em média a cada 1.200 anos. Como a última foi há pouco mais de cem anos, o risco de outra tão já é baixo. Mas não dá para descartar.

O mais interessante, contudo, é que uma aproximação desse tipo, sem pancada, é bem mais comum –uma a cada 40 anos.

Por isso as empresas que ultimamente andaram revelando seus planos de mineração de asteroides ficaram especialmente animadas com essa passagem.

RIQUEZAS

A companhia Deep Space Industries estimou o valor do pedregulho 2012 DA14 em cerca de US$ 195 bilhões, contando metais preciosos e água (que vale pouco na Terra, mas muito no espaço).

O único problema é que esse asteroide em particular está numa trajetória que dificultaria sua “perseguição” por naves mineradoras.

“Embora o visitante desta semana não esteja na direção certa para que o exploremos, haverá outros que estarão, e queremos estar prontos quando eles chegarem”, disse, em comunicado,

Rick Tumlinson, chefe do conselho da empresa.

Fonte: Folha de São Paulo

Grupo da ONU propõe plano para proteger a Terra de asteroides

Coordenação internacional seria criada para detectar asteroides potencialmente perigosos e, em caso de risco para a Terra, preparar uma missão espacial com capacidade para desviar sua trajetória

Pela primeira vez um grupo de trabalho das Nações Unidas propôs um plano de coordenação internacional para detectar asteroides potencialmente perigosos e, em caso de risco para a Terra, preparar uma missão espacial com capacidade para desviar sua trajetória.

“O risco de que um asteroide se choque contra a Terra é extremamente pequeno, mas, em função do tamanho do lugar do impacto, as consequências podem ser catastróficas”, indica um relatório entregue esta semana aos Estados-membros por parte do Escritório da ONU para o Espaço Exterior (Unoosa).

O relatório de 15 páginas ao qual a EFE teve acesso, se chama “Recomendações da Equipe de Ação sobre Objetos Próximos à Terra para uma Resposta Internacional à Ameaça de um Impacto”, e foi elaborado por um grupo de trabalho criado em 2007 em Viena.

Atualmente são conhecidos cerca de 20 mil asteroides próximos à Terra, dos quais aproximadamente 300 são potencialmente perigosos, explica o diretor do grupo de trabalho que redigiu o documento, o mexicano Sergio Camacho.

Até 2020, o analista prevê que será detectado até meio milhão de asteroides próximos a nosso planeta graças à melhora da tecnologia de localização. “São objetos que estão aí, mas não sabemos onde estão”, ressalta.

No caso do asteroide DA14, de cerca de 40 metros de diâmetro, e que passará amanhã muito perto de nosso planeta, “se impactasse em Londres, por exemplo, provavelmente destruiria toda sua região metropolitana”, destaca o analista.

“Ao contrário do que ocorre com os terremotos, os furacões e outros perigos naturais, em relação aos asteroides podemos fazer algo, sobretudo se os encontramos com muita antecipação”, sustenta.

Assim, o documento considera “prudente e necessário” estabelecer critérios e planos de ação para não perder tempo em “debates prolongados” dado que uma missão espacial para desviar um asteroide requer de muito tempo e “o disponível antes do impacto previsto pode ser pouco”.

Recomenda-se estabelecer uma rede internacional para detectar os asteroides com um rumo de colisão com a Terra o mais rápido possível, e fixar claros procedimentos de atuação. O relatório destaca que já existem os recursos financeiros para esta rede, mas que se requer de “um centro de troca de informações reconhecido internacionalmente”.

Além disso, recomenda aos Estados com organismos espaciais “criar um grupo assessor para o planejamento de missões espaciais”, que receberia o apoio da ONU em nome da comunidade internacional.

O grupo estaria encarregado de estudar fórmulas para “a defesa do planeta” com “uma capacidade de desvio eficaz”.

Por último, o relatório recomenda estabelecer um planejamento e coordenação para responder a possíveis desastres no caso de não se poder detectar um impacto de asteroide pelas atuais limitações tecnológicas.

“Talvez não se possam detectar objetos de entre 30 e 300 metros de diâmetro nem de emitir alertas de impacto” a tempo, por isso é preciso contar com planos de resposta semelhantes a outros grandes desastres naturais, adverte.

O documento não menciona nenhum projeto concreto, como a Missão Don Quixote, um plano desenvolvido por empresas espanholas e selecionado pela Agência Espacial Europeia (ESA), que propõe o envio de duas sondas, uma para impactar contra o asteroide e outra para calcular se se conseguiu desviar a trajetória.

Camacho detalha que uma possível missão dependeria do tamanho, da velocidade e da proximidade do objeto espacial. No caso de que o corpo espacial se descubra a tempo se lhe poderia acoplar um satélite artificial que variaria pouco a pouco seu rumo, enquanto outra modalidade seria que um veículo espacial impactasse contra o asteroide.

“E se não houver tempo, deveria se utilizar algum tipo de dispositivo nuclear” que explodisse cerca do asteroide para desviar ou desacelerar sua trajetória, mas sem fragmentá-lo.

Camacho considera que o custo econômico de desenvolver o plano de ação não deveria constituir um problema. “Se se comparar o prejuízo que o impacto de um asteroide em uma zona urbana pode causar com o custo de um lançamento (espacial), não é nada”, ressalta.

O documento ainda pode sofrer alterações antes de ser adotado, até o próximo dia 22, por uma subcomissão científica em Viena, e em junho, pela Comissão da ONU sobre a Utilização do Espaço Ultraterrestre com Fins Pacíficos.

Então será submetido a votação, em outubro, na Assembleia Geral das Nações Unidas, segundo detalha o especialista mexicano, que acredita que o documento não sofrerá grandes alterações.

Fonte: Terra

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Sobre Junior

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