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Legenda:

Vermelho= Reserva legal, 3.000 m2

Verde= Fruticultura/Nativas, 2.700 m2

Azul= Casa/Olericultura, 2.100 m2

 

BICHOS NATIVOS JÁ ENCONTRADOS:

 

O jacu

 

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O jacu é uma ave da família Cracidae (Galliformes). Os cracídeos são aves neotropicais de grande porte conhecidas por mutuns, jacus, jacutingas, aracuãs, ao todo são 50 espécies e 10 gêneros. Os jacus pertencem ao gênero Penelope, que reúne 15 espécies. Os cracídeos formam um dos grupos de aves neotropicais mais ameaçado de extinção. O desmatamento e a caça indiscriminada reduziram drasticamente as populações de cracídeos. Mais de um terço das suas espécies estão em perigo de extinção. O jacus tem hábito arbóricola, ocasionalmente vindo ao chão. Podem ser distinguido das jacutingas pela barbela vermelha, que na jacutinga é azul. Meu irmão vive na região da zona da mata mineira, onde ocorrem Penelope obscura e Penelope superciliares, as duas espécies estão na categoria pouco preocupante pelaInternational Union for Conservation of Nature (IUCN, ver aqui Penelope obscura e Penelope supercilares). No entanto, as análise locais mostram resultados diferentes. Em Viçosa, por exemplo, Penelope supercilares está criticamente em perigo e Penolope obscura está na categoria vulnerável.

Os jacus alimentam-se  principalmente de frutos, são frugívoros. Embora possam também consumir folhas, flores brotos e insetos. O gênero Penelope é um importante dispersor de sementes, pois os frutos são digeridos rapidamente e as sementes são ingeridas e defecadas intactas e viáveis. Não conhecemos com detalhes a dieta das 15 espécies de Penelope, mas um estudo mostrou que 44 espécies de plantas fazem parte da dieta do jacupemba (P. superciliares). Alguns exemplos de plantas usadas na dieta do jacumpeba são: palmeira juçara (Euterpes edulis), guabiroba (Camponesia xanthocarpa)  peroba-branca (Chrysophyllum gonocarpum), canela-preta (Nectandra megapotamica), canela-amarela (Ocotea dyospyrifolia) canjerana ( Cabralea canjerana). Só para citar algumas.

Fonte: Ciencianojardim

 

A Cobra verde ou Cobra-de-cipó:

 

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Serpente conhecida popularmente como Cobra verde ou Cobra-de-cipó, entretanto seu nome científico é Philodryas olfersii. Ela pertence à família Dipsadidae. É uma serpente diurna que se alimenta de anfíbios, répteis, aves e pequenos mamíferos. Põe de 4 a 10 ovos (Vanzoline et al, 1980), com época preferencial de reprodução de setembro a novembro. Apresenta hábitos subarborícola,preferindo habitats vegetacionais, onde se torna críptica devido a sua coloração esverdeada. Nas árvores ela alcança as partes mais altas com facilidade, mas quando estão no solo se move com rapidez e também é excelente nadadora. Ela também é vista próxima de habitações humanas, escalando nas frestas. Ocorre em todo o Brasil (Vanzolini, 1980). Sua distribuição geográfica se dá em praticamente toda a América do Sul, ocorrendo no Brasil,Peru,Bolívia,Paraguai,Uruguai,Argentina,Colômbia,Guiana Francesa e Venezuela. Espécimes adultas atingem o comprimento de 1,40 m.

Quando se sente ameaçada e ou manipulada se torna bastante agressiva,podendo atacar o intruso várias vezes,como sua dentição é do tipo opistóglifa(dentes inoculadores de veneno na região posterior dos maxilares superiores), dificilmente ela consegue inocular veneno numa “mordida rápida”. É importante destacar que serpentes da família Dipsadidae(antes Colubridae) não eram consideradas uma ameaça real aos seres humanos,sendo até então classificadas como “serpentes não peçonhentas”. Porém, a partir de 1999, o Ministério da Saúde passou a considerar Philodryas olfersii, P. patagoniensis, P. viridissimus e Clelia plumbea (=Boiruna sertaneja) como serpentes de importância médica. Na literatura existe um registro da morte de uma criança no Rio Grande do Sul em 1992, causada por envenenamento através da mordida dessa serpente. Portanto deve-se evitar a aproximação e ou a manipulação dessas serpentes sem autorização ou na ausência de profissionais preparados e autorizados, para manipular esses animais para fins científicos ou qualquer que seja.

Atenção!!! Não é porque a Cobra verde através da inoculação de seu “veneno”(bem difícil) pode levar a óbito o ser humano,que você vai formar uma equipe e sair por aí matando as serpentes indiscriminadamente. Deve-se também lembrar da importância desses animais para o ecossistema e para os demais seres vivos, só destacando aqui por exemplo a importância delas como controladoras das populações de roedores.

Fonte: FaunaefloradoRN

 

A Araponga:

 

 

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Nome Científico: Procnias nudicollis
Família: Cotingidae
Ordem: Passeriformes
Distribuição: De Pernambuco ao Sul da Bahia, e de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, sem falar o Sul do Mato Grosso. Ocorre ainda na Argentina e Paraguai.
Alimentação: Frugívora, costuma disseminar as sementes dos frutos com os quais se alimenta. Também come insetos eventualmente.
Reprodução: Pode-se dizer que, no caso da araponga, é cada ave no seu galho. Depois de eleger um para construir um ninho, o lugar vira maternidade oficial por longo tempo. O macho atrai as fêmeas pelo canto. O ninho é em formato de tigela rasa, semelhantes ao dos pombos silvestres. Mas é a fêmea que cuida de tudo: da construção do ninho à criação dos filhotes. Em geral põe um único ovo. O período de incubação é de 23 dias. Os passarinhos deixam o ninho pela primeira vez com quase um mês de vida.
Conservação: Ameaçada de extinção.

 

Branquinha, da cara preta. Assim, pode-se dizer, é a estampa da araponga macho (que adquire esta cor a partir dos 3 anos de idade).

O seu nome popular tem origem indígena e faz menção a outra característica da espécie: “ara” quer dizer “ave”, e “ponga”, “soar”. Seu canto é composto de dois elementos: um que se assemelha a uma batida numa bigorna (considerado um dos mais potentes do continente) e outro, mais leve, parecido ao de uma lima sobre um ferro. De arrepiar. Mas o seu timbre é mesmo metálico.

Aliás, os machos desta espécie são mestres nisso, sobretudo na época da reprodução, quando se juntam a outras aves e promovem uma verdadeira jam session de acasalamento. A fêmea adulta é verde-oliva na parte superior (a cabeça é cinza) e, embaixo, mescla tons de amarelo, cinza e preto. Além das diferenças de cor, ela é menor que o macho.

Também chamada de guiraponga, uiraponga, ferreiro e ferrador, esta ave, que tem tamanho médio de 29 centímetros, encontra-se vulnerável, sobretudo no Estado de São Paulo.

As principais causas são a captura ilegal (por causa do canto e de sua aparência incomum) e a crescente destruição de seu habitat. Ainda assim, é considerada uma das aves mais típicas do Sudeste brasileiro.

Fonte: G1

 

A Caranguejeira:

 

 

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As caranguejeiras, aranhas popularmente conhecidas no Brasil, recebem outros nomes como “Tarântulas” na língua inglesa e “Baboon spiders” no continente Africano. Estas aranhas fazem parte da família Theraphosidaecom aproximadamente 930 espécies já descritas distribuídas em todos os continentes (exceto Antártica), em sua maioria concentradas nas áreas tropicais e subtropicais.  Diversas espécies de caranguejeiras são consideradas as maiores do mundo, podendo chegar facilmente a 25 cm de envergadura de pernas e várias colorações. Por estas características tem relativa importância econômica na Europa e nos Estados Unidos como “Pets” exóticos.

Essas aranhas têm hábitos terrestres, vivem em tocas no solo ou debaixo de pedras ou outras cavidades naturais. Existem espécies arborícolas, ou seja, habitam copas das arvores. Alimentam-se de pequenos animais, principalmente insetos, podendo se alimentar de cobras, sapos, rãs, pererecas, lagartos e ate mesmo de pequenas aves. Pouco se sabe sobre o comportamento dessas espécies em vida livre, grande parte do conhecimento deriva de estudos com animais em cativeiro. As caranguejeiras possuem hábitos noturnos e vivem de forma solitária; as fêmeas podem viver até 20 anos em cativeiro, enquanto machos vivem até (aproximadamente) sete anos.

Os acidentes envolvendo picadas em humanos são sem importância médica. O que se conhece é a irritação ocasionada na pele e mucosas devido aos “pelos” urticantes, que algumas espécies liberam como forma de defesa. Os “pelos” urticantes se concentram na região posterior do abdome, de 10.000 a 20.000 pelos por mm, e são usados para defesa: raspados pelas patas posteriores e lançados ao ar. Seu veneno pode provocar relaxamento da musculatura estriada e em algumas espécies o veneno pode ter ação semelhante aos encontrados nas Aranhas Armadeiras.

Quanto ao quadro clínico, a pessoa picada pode vir a sentir dores no local de pequena intensidade e curta duração (devido ao tamanho das “presas”), às vezes acompanhada de discreta hiperemia local. O contato com os “pelos” causam manifestações cutâneas e das vias respiratórias altas, provocadas por ação irritativa ou alérgica nos pacientes com sensibilidade. O tratamento para casos leves não é necessário, pois o quadro regride espontaneamente. Em casos mais severos o tratamento é feito com analgésicos como a epinefrina, anti-histamínicos e corticoides. Porém, não há tratamento específico.

Atualmente, para as 14 espécies de aranhas caranguejeiras já estudadas são conhecidos mais de 30 tipos diferentes de toxinas que podem ser ferramenta para nova classe de drogas. Recentemente, estudos revelaram um peptídeo com atividade anti-microbiana extraído da hemolinfa (substancia de mesma função do sangue) de uma espécie, e que poderá ter grande aplicação na indústria farmacêutica, assim como outras substancias já encontradas.

Secretaria da Saúde do PR.

A aranha caranguejeira (Mygalomorphae) possui variado colorido e tamanho, desde milímetros até 20cm de envergadura de pernas. Algumas são muito pilosas. Os acidentes são destituídos de im médica, sendo conhecida a irritação ocasionada na pele e mucosas devido aos pêlos urticantes, que algumas espécies liberam como form de defesa. Os pêlos urticantes podem estar concentrados na região posterior do abdome, de 10.000 a 20.000 pêlos por mm. portância a Ações do Veneno: Podem provocar relaxamento da musculatura estriada em camundongos. Alguns gêneros apresentaram, em animais de laboratório, veneno com ação semelhante ao da Phoneutria. Quadro Clínico: Dor no local da picada de pequena intensidade e curta duração, às vezes acompanhada de discreta hiperemia local. Não se conhece relato de acidentes graves. Do desprendimento dos pêlos, ocorrem manifestações cutâneas e das vias respiratórias altas, provocadas por ação irritativa ou alérgica nos pacientes previamente sensibilizados. Estudos revelam que os testes cutâneos apresentam intensa reação positiva e altos níveis séricos de IgE, demonstrando que a reação de hipersensibilidade aguda contribui para o quadro inflamatório provocados por estas aranhas. Tratamento: Casos leves regridem espontaneamente e casos mais severos tratar com analgésico, epinefrina, anti-histamínico e corticóide. Não há tratamento específico.

Até agora, 2.700 espécies de aranhas-caranguejeiras já foram descritas em todo o mundo, das quais cerca de 300 vivem no Brasil – a maioria dentro de tocas escavadas no chão, debaixo de rochas ou troncos caídos. Apenas uma minoria é formada por aranhas arborícolas, que ocupam árvores e plantas como bromélias.

Em relação às outras tarântulas, as arborícolas são mais leves e têm as patas anteriores mais largas, o que lhes permite andar com facilidade em superfícies verticais. Elas não têm espinhos nas pernas como as outras caranguejeiras, mas apresentam tufos nas pontas das patas que funcionam como ventosas para se fixarem às árvores.

As tarântulas se diferenciam das outras aranhas principalmente pelo tamanho – são caranguejeiras algumas das maiores espécies do mundo, embora existam espécies pequenas – e pela posição das quelíceras (ferrões), projetadas para frente. Embora metam medo em muita gente, as caranguejeiras, em sua maioria, não representam perigo algum aos seres humanos. A única espécie cujo veneno pode causar lesões graves vive na Austrália.

Fonte: cienciahoje

 

A Centopéia:

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Hábitos

 

As lacraias ou centopéias são animais terrestres, de vida solitária e carnívoros, alimentando-se de minhocas, vermes, grilos, baratas, entre outros. A presa é detectada e muitas vezes imobilizada através da inoculação do veneno. Estão distribuídas por todo o mundo, em regiões temperadas e tropicais.

Possuem hábitos noturnos e alojam-se sob pedras, cascas de árvores, folhas no solo e troncos em decomposição ou constroem um sistema de galerias, contendo uma câmara onde o animal se esconde. Podem também ser encontradas em hortas, entulhos, vasos, xaxins, sob tijolos; enfim, em qualquer parte da casa que não receba luz solar e seja úmida. Os esconderijos proporcionam proteção não apenas contra possíveis predadores, mas também contra a desidratação.

 

Agravos para saúde

 

As lacraias ou centopéias são animais peçonhentos, uma vez que possuem glândula de veneno e presas inoculadoras; podem produzir acidentes dolorosos.

Na maioria dos acidentes, em geral ocorridos na manipulação de objetos onde este animal estava escondido, o quadro não é grave, variando de acordo com o número de picadas e da hipersensibilidade ao veneno por parte da vítima.

 

Lacraias e Centopéias: Medidas Preventivas

 

Manter limpos quintais, jardins, sótãos, garagens e depósitos, evitando acúmulo de folhas secas, lixo e demais materiais como entulho, telhas, tijolos, madeiras e lenha;

 

Ao manusear materiais de construção, usar luvas de raspa de couro e calçados, pois estes materiais podem servir de abrigo;

 

Rebocar paredes e muros para que não apresentem vãos e frestas;

 

Vedar soleiras de portas com rolos de areia;

 

Usar telas em ralos do chão, pias ou tanques;

 

Acondicionar o lixo em recipientes fechados para evitar baratas e outros insetos, que servem de alimento às lacraias;

 

Realizar roçagem de terrenos;

 

Manter berços e camas afastados das paredes;

 

Examinar calçados, roupas e toalhas antes de usá-los.

Fonte: Prefeitura de São Paulo – Saúde

 

O Cachorro:

Infelizmente alguém abandonou uma cadela com 7 filhotinhos recém nascidos no terreno. Como não mora ninguém esta pessoa deveria ter pensado melhor antes de fazer esta maldade!

Alimentamos, demos água, estavam famintos e muito assustados.

 

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Cão – Canis lupus familiaris

Classificação científica:
Reino: Animalia

Subreino: Eumetazoa

Filo: Chordata

Subfilo: Vertebrata

Classe: Mammalia

Subclasse: Theria

Ordem: Carnivora

Subordem: Caniformia

Família: Canidae

Subfamília: Caninae

Género: Canis

Espécie: C. lupus

Subespécie: C. l. familiaris

Nome trinomial
Canis lupus familiaris
(Linnaeus, 1758)
Cão ou cachorro (Canis lupus familiaris[1]) é um mamífero canídeo e talvez o mais antigo animal domesticado pelo ser humano. Teorias postulam que surgiu da domesticação do lobo cinzento asiático pelos povos daquele continente há cerca de 100.000 anos.[2][3] Ao longo dos séculos, através da domesticação, o ser humano realizou uma seleção artificial dos cães pelas suas aptidões, características físicas ou tipos de comportamentos. O resultado foi uma grande variedade (mais de 400 raças[3]) canina, que actualmente são classificadas em diferentes grupos ou categorias. O vira-lata (Brasil), ou rafeiro (Portugal) é a denominação dada aos cães sem raça definida, SRD. Não se tem conhecimento de uma amizade tão forte e duradoura entre espécies distintas quanto a do humano e do cão.

 

Fonte: Wikipédia

Sobre Junior

Cristão, amante da Natureza, de bem com a vida, feliz por trabalhar com prazer
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