CIENTISTAS ESTUDAM A “COMUNICAÇÃO” DAS TARTARUGAS DA AMAZÔNIA BRASILEIRA – SCIENTISTS STUDY “TALKING” TURTLES IN BRAZILIAN AMAZON

CIENTISTAS ESTUDAM A “COMUNICAÇÃO” DAS TARTARUGAS DA AMAZÔNIA BRASILEIRA – SCIENTISTS STUDY “TALKING” TURTLES IN BRAZILIAN AMAZON

 

Cientistas Estudam a “comunicação” das Tartarugas da Amazônia brasileira
Autores acham que tartarugas de rio gigante sul-americano tem um repertório de vocalizações para diferentes situações comportamentais, incluindo cuidar de jovens

Nova Iorque (14 de agosto de 2014) – Tartarugas são bem conhecidos por sua longevidade e escudos de proteção, mas acontece que estes répteis usar o som para ficar juntos e cuidar dos jovens, de acordo com a Sociedade de Conservação da Vida Selvagem e de outras organizações.

Os cientistas que trabalham na Amazônia brasileira descobriram que as tartarugas de rio gigante sul-americano, na verdade, usar vários tipos diferentes de comunicação vocal para coordenar seus comportamentos sociais, incluindo um utilizado por tartarugas fêmeas para chamar a sua prole recém eclodida no que é a primeira instância do registrado parental cuidado em tartarugas.

O estudo foi publicado em uma edição recente da revista Herpetologica. Os autores são: Camila Ferrara da Wildlife Conservation Society; Richard C. Vogt do Instituto Nacional de Pesquisas de Amazônia, e da Associação de Ictiólogos e Herpetólogos da Amazônia; Renata S Sousa-Lima do Laboratório de Ornitologia de Cornell; De Bruno MR Tardio do Instituto Chico Mendes; e Virgínia Campos Diniz Bernardes do Instituto Nacional de Pesquisas de Amazônia, ea Associação de Ictiólogos e Herpetólogos da Amazônia.

“Esses sons característicos feitos por tartarugas nos dar idéias inovadoras para o seu comportamento, apesar de não saber o que os sons significam”, disse Camila Ferrara, Aquatic Turtle Specialist para o Programa WCS Brasil. “Os comportamentos sociais desses répteis são muito mais complexos do que se pensava.”

Alguns comportamentos da tartaruga rio gigante sul-americano têm sido bem conhecido há algum tempo, incluindo a tendência de agregar em grande número durante a época de nidificação. No entanto, os mecanismos utilizados pelas tartarugas para coordenar suas atividades ainda não foram explicados. Este estudo incidiu sobre os sons feitos pelas tartarugas como um possível meio de facilitar o comportamento social.

Trabalhando no Rio Trombetas, entre 2009 e 2011, a equipe de pesquisadores capturaram 270 sons individuais realizadas durante 220 horas de gravação feitas com os dois microfones e hidrofones quando as tartarugas estavam nadando pelo rio. As análises espectrográfica cientistas realizaram em seguida, no repertório, que subdivide-se em seis tipos diferentes de vocalizações feitas por tartarugas durante a época de nidificação, o que começa como os répteis deixar a floresta inundada para o assentamento praias nas margens dos rios. Os cientistas também procuraram correlacionar vocalizações com comportamentos específicos.

Os sons feitos pelas tartarugas durante a migração através do rio ou se aquecendo tendiam a ser sons de baixa freqüência, possivelmente para facilitar o contato entre tartarugas em distâncias mais longas. Vocalizações feitas durante nidificação tendiam a ser os sons de freqüência mais alta, possivelmente porque maior freqüência soa melhor viajar em águas rasas e no ar.

A maior diversidade de sons são usados pelas fêmeas cerca de ninho; os pesquisadores acreditam que os animais usam esses sons para decidir sobre um local de desova específico e sincronizar os seus movimentos (as tartarugas saem da água em uma procissão de arquivo único).

Os filhotes de tartarugas fazem sons antes que choquem e continuam a fazê-lo uma vez que escalar para fora da câmara do ninho na praia do rio. Os sons, os autores especulam, pode estimular grupo eclosão. As fêmeas, por sua vez, vocalizam em resposta aos apelos filhote, talvez orientar os filhotes na água. Essas interações, o primeiro caso registrado de cuidado parental em tartarugas foram apresentados em um estudo de 2012 publicado no Journal of Psychology comparativa.

Usando transmissores sonoros, a equipe também descobriu que os filhotes permanecem juntos e migrar com fêmeas adultas por mais de dois meses.

A tartaruga de rio gigante sul-americano é o maior da família tartaruga pescoço de lado e cresce até 80 centímetros (cerca de três pés) de comprimento. A espécie só é encontrada na bacia do rio Amazonas e agora está ameaçada pelo consumo descontrolado de carne e os ovos das tartarugas.

“Estudos revolucionários como este podem nos ajudar a compreender melhor as complexas relações entre ambos os animais individualmente e seu meio ambiente”, disse Julie Kunen, Diretor Executivo da América Latina da WCS e do Programa Caribe. “Proteger as populações ainda consideráveis de gigante sul tartarugas de rio norte-americanos também irá permitir-nos a conservar a riqueza do comportamento desses répteis para estudo futuro.”

A pesquisa sobre as tartarugas de rio gigante sul-americano é parte de um novo programa de conservação WCS longo prazo chamado Amazon Waters, uma iniciativa com foco na conservação dos ecossistemas aquáticos e espécies.

A Wildlife Conservation Society trabalha para salvar as tartarugas e jabutis em todo o mundo. Em 2012, a WCS lançou um programa para toda a organização para reviver algumas das espécies de tartaruga e tartaruga mais ameaçadas. Os esforços incluem programas de reprodução em zoológicos da WCS em Nova York, cabeça iniciar programas no exterior, e trabalhar com governos e comunidades para salvar espécies à beira da extinção.

CONTATO:
, John Delaney,: (1-718-220-3275; jdelaney@wcs.org )
STEPHEN Sautner: (1-718-220-3682; ssautner@wcs.org )

Wildlife Conservation Society (WCS)
MISSÃO: WCS conserva animais selvagens e lugares selvagens em todo o mundo através da ciência, ação de conservação, educação e inspirando as pessoas a valorizar a natureza VISÃO:. WCS prevê um mundo onde a vida selvagem prospera em terras e mares saudáveis, avaliadas por sociedades que abraçam e se beneficiar da diversidade e integridade da vida na terra. Para atingir nossa missão, WCS, com base no Zoológico do Bronx, aproveita a força do seu Programa Global de Conservação em mais de 60 países e em todos os oceanos do mundo e seus cinco parques de vida selvagem em Nova York, visitado por 4 milhões de pessoas anualmente. WCS combina a sua experiência no campo, jardins zoológicos e aquários para cumprir sua missão de conservação. Visite: http://www.wcs.org ;facebook.com/TheWCS ; youtube.com/user/WCSMedia ; seguir: theWCS .

Scientists Study “Talking” Turtles in Brazilian Amazon

Authors find that Giant South American river turtles have a repertoire of vocalizations for different behavioral situations, including caring for young

New York (August 14, 2014)— Turtles are well known for their longevity and protective shells, but it turns out these reptiles use sound to stick together and care for young, according to the Wildlife Conservation Society and other organizations.

Scientists working in the Brazilian Amazon have found that Giant South American river turtles actually use several different kinds of vocal communication to coordinate their social behaviors, including one used by female turtles to call to their newly hatched offspring in what is the first instance of recorded parental care in turtles.

The study appears in a recent edition of the journal Herpetologica. The authors are: Camila Ferrara of the Wildlife Conservation Society; Richard C. Vogt of the Instituto Nacional de Pesquisas de Amazônia, and the Associação de Ictiólogos e Herpetólogos da Amazônia; Renata S Sousa-Lima of the Cornell Lab of Ornithology; Bruno M.R. Tardio of the Instituto Chico Mendez; and Virginia Campos Diniz Bernardes of the Instituto Nacional de Pesquisas de Amazônia, and the Associação de Ictiólogos e Herpetólogos da Amazônia.

“These distinctive sounds made by turtles give us unique insights into their behavior, although we don’t know what the sounds mean,” said Dr. Camila Ferrara, Aquatic Turtle Specialist for the WCS Brazil Program. “The social behaviors of these reptiles are much more complex than previously thought.”

Some behaviors of the Giant South American river turtle have been well known for some time, including the tendency to aggregate in huge numbers during the nesting season. However, the mechanisms used by turtles to coordinate their activities have yet to be explained. This study focused on the sounds made by the turtles as a possible means of facilitating social behavior.

Working on the Rio Trombetas between 2009 and 2011, the research team captured 270 individual sounds made during 220 hours of recording made with both microphones and hydrophones when the turtles were swimming through the river. The scientists then conducted spectrographic analyses on the repertoire, which they subdivided into six different types of vocalization made by turtles during the nesting season, which begins as the reptiles leave the seasonally flooded forest for nesting beaches along river banks. The scientists also sought to correlate vocalizations with specific behaviors.

Sounds made by the turtles while migrating through the river or basking tended to be low frequency sounds, possibly to facilitate contact between turtles over longer distances. Vocalizations made during nesting tended to be higher frequency sounds, possibly because higher frequency sounds travel better in shallow water and in the air.

The highest diversity of sounds are used by females about to nest; the researchers theorize that the animals use these sounds to decide on a specific nesting site and to synchronize their movements (the turtles leave the water in a single-file procession).

The hatchling turtles themselves make sounds before they hatch and continue to do so as they clamber out of the nest chamber on the river beach. The sounds, the authors speculate, may stimulate group hatching. The females, in turn, vocalize in response to the nestling calls, perhaps guiding the nestlings into the water. These interactions—the first recorded instance of parental care in turtles—were featured in a 2012 study appearing in the Journal of Comparative Psychology.

Using sonic transmitters, the team also discovered that the hatchlings remain together and migrate with adult females for more than two months.

The Giant South American river turtle is the largest of the side-necked turtle family and grows up to 80 centimeters (nearly three feet) in length. The species is only found in the Amazon River basin and is now threatened by unregulated consumption of the turtles’ meat and eggs.

“Groundbreaking studies such as this one can help us better understand the complex relationships between both individual animals and their environment,” said Dr. Julie Kunen, Executive Director of WCS’s Latin America and the Caribbean Program. “Protecting the still sizable populations of Giant South American river turtles will also enable us to conserve the behavioral richness of these reptiles for future study.”

Research on the Giant South American river turtles is part of a new long-term WCS conservation program called Amazon Waters, an initiative focusing on the conservation of aquatic ecosystems and species.

The Wildlife Conservation Society works to save turtles and tortoises around the world. In 2012, WCS launched an organization-wide program to revive some of the most endangered turtle and tortoise species. Efforts include breeding programs at WCS’s zoos in New York, head start programs abroad, and working with governments and communities to save species on the brink of extinction.

CONTACT:
JOHN DELANEY: (1-718-220-3275; jdelaney@wcs.org)
STEPHEN SAUTNER: (1-718-220-3682; ssautner@wcs.org)

Wildlife Conservation Society (WCS)
MISSION: WCS saves wildlife and wild places worldwide through science, conservation action, education, and inspiring people to value nature. VISION: WCS envisions a world where wildlife thrives in healthy lands and seas, valued by societies that embrace and benefit from the diversity and integrity of life on earth. To achieve our mission, WCS, based at the Bronx Zoo, harnesses the power of its Global Conservation Program in more than 60 nations and in all the world’s oceans and its five wildlife parks in New York City, visited by 4 million people annually. WCS combines its expertise in the field, zoos, and aquarium to achieve its conservation mission. Visit: http://www.wcs.org; facebook.com/TheWCS;youtube.com/user/WCSMedia; follow: @theWCS.

Sobre Junior

Cristão, amante da Natureza, de bem com a vida, feliz por trabalhar com prazer
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