MEDICINA E ESPIRITUALIDADE – ARTIGOS A LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA

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Interessantes artigos do blog Medicina e espiritualidade 

182 artigos – 37 autores  + de 500.000 acessos  assuntos os mais variados e interessantes

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n Tema Autor Ano Mês
1 Doenças mentais à luz do espiritismo – Dr. Ricardo… Ricardo Di Bernardi 2005 Dezembro
2 Mediunidade e a saúde Sérgio Vencio 2005 Dezembro
3 DIABETES NA VISÃO ESPÍRITA -DR. JORCE CECÍLIO DAHE… Jorge Cecílio 2006 janeiro
4 NOVA PERCEPÇÃO DO CÉREBRO – ANEUPLOIDIA Sérgio Vencio 2006 janeiro
5 TRATAMENTO COM PASSES MAGNÉTICOS Sérgio Vencio 2006 janeiro
6 QUAL O PAPEL DA DOENÇA ? Sérgio Vencio 2006 janeiro
7 Estar Reencarnado! Prova de Amor Divino. Sérgio Vencio 2006 Fevereiro
8 O Transtorno Bipolar na Visão Espírita – Dr Luiz P… Luiz Paiva 2006 Fevereiro
9 VIVENDO O PRESENTE ! Sérgio Vencio 2006 Fevereiro
10 Porque uns fumam e adoecem e outros não? Sérgio Vencio 2006 Março
11 No momento do desencarne Sérgio Vencio 2006 Março
12 O Que Imaginamos Ser a Reencarnação é, Apenas, Mem… Ricardo Di Bernardi 2006 Abril
13 INSÔNIA Sérgio Vencio 2006 Abril
14 Victor Hugo, o Brasil e o espiritismo. Sérgio Vencio 2006 Maio
15 A triste escolha Sérgio Vencio 2006 Maio
16 Gestantes preparadas espiritualmente para o parto Maria das Dores Sousa Nunes 2006 Junho
17 Brasil : O futuro só a nós pertence? — Ricar… Ricardo Di Bernardi 2006 Julho
18 VERTER PARA A CARNE Sérgio Vencio 2006 Julho
19 Desdobramento espiritual – O sonho é o aquário da noite Sérgio Vencio 2006 Julho
20 Plenitude e Equilíbrio: Sabedoria para a mulher vi…Primavera Dagmar Ramos 2006 Agosto
21 Plenitude e Equilíbrio: Sabedoria para a mulher vi… Verão Dagmar Ramos 2006 Agosto
22 Plenitude e Equilíbrio: Sabedoria para a mulher vi…Outono Dagmar Ramos 2006 Agosto
23 Plenitude e Equilíbrio: Sabedoria para a mulher vi…Inverno Dagmar Ramos 2006 Agosto
24 A VERDADEIRA PROPRIEDADE Sérgio Vencio 2006 Setembro
25 Alcoolismo: Enfoque Paranormal  Ricardo Di Bernardi 2006 Outubro
26 Visão espiritualista dos tiques nervosos Ricardo Di Bernardi 2006 Novembro
27 A homossexualidade analisada pela ótica de uma pessoa espírita. – Dra Giselle Fachetti Giselle Fachetti 2006 Dezembro
28 Homossexualidade – Hélcio José Hélcio José 2006 Dezembro
29 Homossexualismo – Dr. Ivan Hervé Ivan Hervé 2006 Dezembro
30 Espiritismo e Esoterismo – Dra Giselle Fachetti Giselle Fachetti 2007 janeiro
31 Você foi aliado ou inimigo do dia que acaba de pas… Sérgio Vencio 2007 janeiro
32 Mutiladores da nossa cultura – Alamar Régis Carval… Alamar Régis 2007 janeiro
33 É morrendo que se vive para a vida eterna. Enfrent… Sérgio Vencio 2007 janeiro
34 Respeitar a dor vivendo o luto. Dra Giselle Fachet… Giselle Fachetti 2007 janeiro
35 NASCIMENTO DAS RELIGIÕES – DR. IVAN HERVÉ Ivan Hervé 2007 Fevereiro
36 Religião. Há necessidade? Sérgio Vencio 2007 Fevereiro
37 Gemelaridade e espiritualidade. Dra Giselle Fachet… Giselle Fachetti 2007 Fevereiro
38 Abortos Aparentemente Espontâneos, Provocados Ment… Ricardo Di Bernardi 2007 Fevereiro
39 ALIMENTAÇÀO DOS ESPÍRITOS – Ricardo di Bernardi Ricardo Di Bernardi 2007 Fevereiro
40 ALIENAÇÃO MENTAL E OBSESSÃO – Vitor Ronaldo Costa Vitor Ronaldo 2007 Fevereiro
41 OBSESSÕES COMPLEXAS POR APARELHOS PARASITAS: CONSI… Vitor Ronaldo 2007 Março
42 AUTOCONHECIMENTO Wani Ribeiro 2007 Março
43 Corrente de bençãos – Formando uma rede intercessó… Sérgio Vencio 2007 Abril
44 Cura e doença espiritual. Entendendo o processo. Sérgio Vencio 2007 Abril
45 CONGRESSO MÉDICO ESPÍRITA DE 2007 Sérgio Vencio 2007 Abril
46 A RAZÃO DA REVELAÇÃO ESPIRITUAL  Giselle Fachetti 2007 Abril
47 O médico deve prescrever a prece como tratamento ? Sérgio Vencio 2007 Maio
48 Sempre é hora de relembrar o compromisso assumido … Sérgio Vencio 2007 Junho
49 Aborto – O outro lado da moeda Sérgio Vencio 2007 Junho
50 Enjôos e desejos da gestante na visão espírita  Ricardo Di Bernardi 2007 Agosto
51 Gravidez sem feto – Dra Giselle Fachetti Giselle Fachetti 2007 Setembro
52 Fecundação: início da formação de um novo ser – Dr… Cristiane Assis 2007 Setembro
53 Sobre a Legitimidade do aborto no estupro. Dra CEC… Cecília Alvarenga 2007 Setembro
54 A influência do corpo espiritual na formação do co… Giselle Fachetti 2007 Setembro
55 Preparando-se para a volta. Sérgio Vencio 2007 Setembro
56 Cuidados Periconcepcionais – Dra Cristiane Assis Cristiane Assis 2007 Setembro
57 Abortos Aparentemente Espontâneos Provocados Mentalmente pela Mãe Ricardo Di Bernardi 2007 Outubro
58 Reencarnação de suicidas Giselle Fachetti 2007 Dezembro
59 Há uma causa espiritual para o diabetes? Sérgio Vencio 2008 janeiro
60 Destino – Dr Ricardo Di Bernardi Ricardo Di Bernardi 2008 janeiro
61 Estresse e espiritualidade Marlene Nobre 2008 janeiro
62 Auto-obsessão. Porque insistimos em nos sabotar? Sérgio Vencio 2008 Fevereiro
63 Rituais e rotinas Giselle Fachetti 2008 Fevereiro
64 Cuidando de um filho com doença grave. Sérgio Vencio 2008 Março
65 O desdobramento espiritual coletivo. Giselle Fachetti 2008 Março
66 PORQUE O MAGNETISMO Dezir Vencio 2008 Abril
67 Bolsão do passado. Dra Giselle Fachetti Giselle Fachetti 2008 Agosto
68 Animismo e Mediunidade em Crianças – Ricardo Di Bernardi 2008 Agosto
69 A INTOLERÂNCIA Sérgio Vencio 2008 Outubro
70 XIFÓPAGOS E REENCARNAÇÃO – Dr. Ricardo Di Bernardi… Ricardo Di Bernardi 2008 Novembro
71 SER DOENTE OU ESTAR DOENTE? EIS A QUESTÃO Sérgio Vencio 2008 Novembro
72 JESUS PSICOTERAPEUTA. Luiz Paiva 2008 Dezembro
73 Jesus e os fluidos. Jacob Melo Jacob Melo 2009 janeiro
74 FAZENDO DE 2009 UM ANO DIFERENTE Sérgio Vencio 2009 janeiro
75 APOMETRIA É ESPIRITISMO? Vitor Ronaldo Vitor Ronaldo 2009 Fevereiro
76 Um médico no Além Luiz Paiva 2009 Fevereiro
77 Epilepsia – Dr. Ricardo Di Bernardi Ricardo Di Bernardi 2009 Abril
78 Perdas: luto, elaboração e sublimação Luiz Paiva 2009 Abril
79 DOENÇAS CRÔNICAS E O CONHECIMENTO DA CAUSA A LUZ D Vitor Ronaldo 2009 Maio
80 SUBJUGAÇÃO ESPIRITUAL UM SÉRIO DESAFIO ÀS CIÊNCIAS… Vitor Ronaldo 2009 Junho
81 Morte Prematura – Entender para aceitar. Sérgio Vencio 2009 Julho
82 OBSESSÃO ESPIRITUAL INFANTIL Vitor Ronaldo 2009 Agosto
83 A arte de não fazer nada. Sérgio Vencio 2009 Setembro
84 Pedofilia na visão espírita  Ricardo Di Bernardi 2009 Setembro
85 Espiritualidade, religiosidade e psicoterapia Júlio Peres 2009 Outubro
86 A psicografia é válida? – Dr. Ivan Hervé Ivan Hervé 2009 Novembro
87 Educação Pré-Natal do Feto Ricardo Di Bernardi 2009 Novembro
88 CONSTRUINDO UM 2010 SAUDÁVEL Sérgio Vencio 2009 Dezembro
89 BEZERRA DE MENEZES: O APÓSTOLO DA CIÊNCIA ESPÍRITA. Vitor Ronaldo 2009 Dezembro
90 Visão energética e espiritual da gestação Ricardo Di Bernardi 2010 janeiro
91 DEUS Ivan Hervé 2010 Fevereiro
92 A saga heróica dos desbravadores do bem  Vitor Ronaldo 2010 Março
93 Jovens usuários de maconha tem maior chance de ter psicose Sérgio Vencio 2010 Março
94 ENDOMETRIOSE Giselle Fachetti 2010 Abril
95 XAMANISMO Ivan Hervé 2010 Abril
96 Espiritualidade no paciente em diálise: o nefrologista deve abordar Giancarlo Luchetti 2010 Maio
97 Homeopatia, o que é e como funciona? Ricardo Di Bernardi 2010 Maio
98 Gêmeos Univitelinos Ricardo Di Bernardi 2010 Julho
99 V Congresso de Saúde e Espiritualidade de MG Sérgio Vencio 2010 Julho
100 HPV – o que um olhar espiritualizado pode nos ensinar Giselle Fachetti 2010 Julho
101 A dor da perda. Sérgio Vencio 2010 Setembro
102 A proximidade do fim de ano trazendo esperanças renovadas Sérgio Vencio 2010 Novembro
103 Ter ou não ter filhos e Reencarnação  Ricardo Di Bernardi 2011 janeiro
104 Suicídio – Um problema sistêmico. Como quem fica deve agir? Sérgio Vencio 2011 Março
105 Jornada médico-espírita de Goiás – Dra Giselle Fac… Giselle Fachetti 2011 Abril
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108 Existe matéria no mundo espiritual?  Ricardo Di Bernardi 2011 Abril
109 Questões sobre um Atentado Terrorista Ricardo Di Bernardi 2011 Maio
110 Tratamento espiritual das doenças físicas Sérgio Vencio 2011 Maio
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127 Assistência espiritual na Síndrome de Down. Dr. Iv… Ivan Hervé 2012 Junho
128 O cérebro não diferencia imaginação de realidade! … Milton Moura 2012 Junho
129 Terror Noturno  Ivan Hervé 2012 Junho
130 O planeta Arco-íris – Relato de uma viagem astral Giselle Fachetti 2012 Agosto
131 Entendendo os chacras – Parte II Sérgio Vencio 2012 Novembro
132 Entendendo os chakras – Parte I Sérgio Vencio 2012 Novembro
133 Ciência e espiritualidade Sérgio Vencio 2012 Novembro
134 Estudo apométrico de dez casos interessantes. Ivan Hervé 2012 Novembro
135 Entendendo os chacras. Parte V. O que significa al… Sérgio Vencio 2012 Dezembro
136 Entendendo os chacras – Parte IV. Como os chacras … Sérgio Vencio 2012 Dezembro
137 Entendendo os chacras – Parte III Sérgio Vencio 2012 Dezembro
138 Analisando se nossos conhecimentos nos ajudam a crescer Sérgio Vencio 2013 janeiro
139 2013, tempo de esperança e certeza. Sérgio Vencio 2013 janeiro
140 Mensagem às mães de Santa Maria Giselle Fachetti 2013 Fevereiro
141 Casos especiais. Dr. Ivan Herve Ivan Hervé 2013 Março
142 ENERGIA – A consciência escolhe! Milton Moura 2013 Março
143 Dinâmica Energética no Resgate coletivo Ricardo Di Bernardi 2013 Maio
144 “As Ordens da Ajuda”, segundo Bert Hellinger. Dagmar Ramos 2014 janeiro
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146 Um novo ciclo Sérgio Vencio 2014 Junho
147 Energia Sexual – Origem do masculino e do feminino Ricardo Di Bernardi 2014 Agosto
148 Utilizando os nosso talentos Sérgio Vencio 2014 Agosto
149 Lançamento do livro – Os mensageiros da Esperança Sérgio Vencio 2015 Fevereiro
150 Mal de alzheimer na visão espírita – Dr. Inácio Fe… Inácio Ferreira 2015 Fevereiro
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152 Perdão que alivia Sérgio Vencio 2015 Julho
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156 Conexão espirital entre os gêmeos – Dra Giselle Fa… Giselle Fachetti 2015 Setembro
157 PSEUDOHERMAFRODITISMO E REENCARNAÇÃO  Ricardo Di Bernardi 2015 Setembro
158 Pediatria, sensualidade e energias extrafísicas Ricardo Di Bernardi 2015 Outubro
159 A Obesidade mental – Ricardo Di Bernardi Ricardo Di Bernardi 2015 Novembro
160 Osho – A arte de Viver Osho 2015 Novembro
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164 Microcefalia, Zika Vírus e uma experiência espiritual Sérgio Vencio 2016 janeiro
165 Atitude é tudo. Dr. Milton Moura Milton Moura 2016 Fevereiro
166 Microcefalia – abordagem médico espírita – Dr. Ric… Ricardo Di Bernardi 2016 Fevereiro
167 Porque nos esquecemos das nossas vidas passadas? Regis Mesquita 2016 Fevereiro
168 Zika vírus, microcefalia e aborto. Devo praticar o… Sérgio Vencio 2016 Fevereiro
169 Guerreiros da fé Giselle Fachetti 2016 Fevereiro
170 Energia Sexual e Namoro  Ricardo Di Bernardi 2016 Junho
171 Fotografia do pensamento Allan Kardec 2016 Agosto
172 Decálogo para médiuns – André Luiz André Luiz 2016 Agosto
173 Energia sexual nas modalidades de relações íntimas Ricardo Di Bernardi 2016 Agosto
174 Mente – Cérebro em ação. Milton Moura 2016 Agosto
175 Energias extra físicas e Bioenergia Ricardo Di Bernardi 2016 Setembro
176 A escuta e a fala. Sérgio Vencio 2016 Outubro
177 Hipertensão: a causa está no espírito AME – Paraná 2016 Outubro
178 Nova escala de ‘comida para o cérebro’ destaca os melhores nutrientes para depressão American Psychiatric Association 2016 Dezembro
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180 Microcefalia e Aborto: a ligação do espírito Ricardo Di Bernardi 2017 janeiro
181 Casamentos Provacionais  Ricardo Di Bernardi 2017 Abril
182 Tratamento espiritual do câncer. O papel do Duplo etérico Sérgio Vencio 2017 Abril

Fonte: Blog Medicina e Espiritualidade

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ABELHA SEM FERRÃO

 

ABELHA SEM FERRÃO

Coletando o mel da flor da mostarda (fotografado de Areacode, Kerala, India)

As abelhas sem ferrão , às vezes chamadas abelhas melíferas ou simplesmente meliponinas , são um grande grupo de abelhas (cerca de 500 espécies), compreendendo a tribo Meliponini [1] (ou subtribo Meliponina de acordo com outros autores [2] ). Eles pertencem à família Apidae , e estão intimamente relacionados com abelhas comuns,abelhas de carpinteiro , abelhas de orquídeas e zangões . [3] Meliponines têm stingers, mas são altamente reduzidos e não podem ser usados ​​para a defesa. Meliponinas não são o único tipo de abelha “sem ferrão”; Todas as abelhas machos e muitas abelhas de várias outras famílias, como Andrenidae , também não pode picar. [1]

Localização

As abelhas Stingless podem ser encontradas na maioria das regiões tropicais ou subtropicais do mundo, como Austrália, África , Sudeste Asiático e América tropical. [1] [2] A maioria das abelhas eusocial nativas da América Central e do Sulsão abelhas sem ferrão, embora apenas alguns deles produzam mel em uma escala tal que são cultivadas por seres humanos. [4] [5] São igualmente completamente diferentes em África , including Madagascar , [6] e são cultivados lá também; Meliponina mel é estimado como um medicamento em muitas comunidades Africano, bem como na América do Sul. [7]

Comportamento 

Sendo tropical , as abelhas sem ferrão são ativas durante todo o ano, embora sejam menos ativas em climas mais frios, com algumas espécies apresentando diapausa . [8] [9] Ao contrário de outras abelhas eusocial, eles não picam, mas defenderão mordendo se seu ninho é perturbado. Além disso, alguns (no gênero Oxytrigona ) têm secreções mandibulares que causam bolhas dolorosas. Apesar de sua falta de picada , as abelhas sem ferrão, sendo eusocial, podem ter colônias muito grandes feitas formidáveis ​​pelo número de defensores. [10]

Colmeias [ editar ]

Colmeias contendo colôniasHeterotrigona itama .

As abelhas sem ferrugem geralmente aninham-se em troncos ocos, ramos de árvores, cavidades subterrâneas ou fendas de rochas, mas também foram encontradas em cavidades de parede, caixotes de lixo antigos, medidores de água e tambores de armazenamento. Muitos apicultores mantêm as abelhas em sua colméia de log original ou transferi-las para uma caixa de madeira, pois isso facilita o controle da colméia. Alguns apicultores colocá-los em bambus, vasos, conchas de coco e outros recipientes de reciclagem, como um jarro de água, uma guitarra quebrada e outros recipientes seguros e fechados. [11] [12] [13]

As abelhas armazenam pólen e mel em vasos grandes, em forma de ovo feitos de cera (tipicamente) misturados com vários tipos de resina vegetal; Esta combinação é por vezes referida como “cerumen” (que é, aliás, o termo médico paraearwax ). Estes vasos são frequentemente dispostos em torno de um conjunto central de favos de ninhada horizontais, onde as larvas são alojadas. Quando as abelhas operárias emergem de suas células, tendem a permanecer inicialmente dentro da colméia, desempenhando diferentes tarefas. Quando os trabalhadores envelhecem, eles se tornam guardas ou forrageiros. Ao contrário das larvas de abelhas e de muitas vespas sociais, as larvas de meliponina não são alimentadas ativamente por adultos ( aprovisionamento progressivo ). O pólen e o néctar são colocados numa célula, dentro da qual é colocado um ovo, e a célula é selada até que a abelha adulta emerge após a pupação (aprovisionamento em massa ). Em qualquer momento, as colmeias podem conter 300-80.000 trabalhadores, dependendo das espécies.

Castas

Em um sentido simplificado, o sexo de cada abelha depende do número de cromossomos que recebe. As abelhas fêmeas têm dois conjuntos de cromossomos ( diploid ) – um conjunto da rainha e outro de um dos machos abelhas ou drones . Drones têm apenas um conjunto de cromossomos ( haploid), e são o resultado de ovos não fertilizados, embora endogamia pode resultar em drones diploid.

Ao contrário das verdadeiras abelhas, cujas abelhas podem tornar-se trabalhadores ou rainhas dependendo estritamente do tipo de alimento que recebem como larvas (as rainhas são alimentadas com geléia real e os trabalhadores são alimentados com pólen), o sistema de castas em meliponinas é variável e comumente baseado simplesmente em A quantidade de pólen consumido; Maiores quantidades de pólen produzem rainhas no gênero Melipona .Também ocorre um componente genético, e até 25% [14] (tipicamente 5-14%) das fêmeas podem ser rainhas. As células da rainha no primeiro caso podem ser distinguidas de outras pelo seu tamanho maior, uma vez que são estocadas com mais pólen, mas neste último caso, as células são idênticas às células operárias e espalhadas entre a ninhada operária. Quando as rainhas novas emergem, deixam tipicamente para acoplar, ea maioria morre. [15] Novos ninhos não são estabelecidos por enxames, mas por uma procissão de trabalhadores que gradualmente construir um novo ninho em um local secundário. O ninho é então unido por uma rainha recém-acasalada, altura em que muitos trabalhadores ocupam residência permanente e ajudar a nova rainha a criar seus próprios trabalhadores.Se uma rainha governante é ela mesma fraca ou morrendo, então uma nova rainha pode substituí-la. Para Plebeia quadripunctata , embora menos de 1% das células operárias produzem rainhas anãs, elas compõem seis das sete abelhas rainhas, e uma de cinco procede a colônias de cabeça própria. Eles são reprodutivamente ativos, mas menos fecundos do que rainhas grandes. [15]

Abelhas sem ferrão da Austrália 

Das 1600 espécies de abelhas selvagens nativas da Austrália, cerca de 14 são stingless. [16] Estas espécies carregam uma variedade dos nomes, including abelhas nativas australianas, abelhas nativas, abelhas do sugar-bag, e abelhas do suor (porque aterrarão em uma pessoa sweaty para beber em épocas ou em áreas secas). Todos são pequenos e de cor preta, com pernas longas e peludas para transportar néctar e pólen ; Por causa do último, são confundidos às vezes paraabelhas . As várias espécies sem ferrão parecem bastante semelhantes, com as duas espécies mais comuns, Trigona carbonaria e Austroplebeia australis , apresentando a maior variação, pois esta é menor e menos ativa. Ambos habitam a área em torno de Brisbane .

Como abelhas sem ferrão são inofensivos para os seres humanos, eles se tornaram uma adição cada vez mais atraente para o quintal suburbano. A maioria meliponine apicultores não manter as abelhas para o mel , mas sim para o prazer de conservar uma espécie nativa cujo habitat original está a diminuir devido ao desenvolvimento humano. Em contrapartida , as abelhas polinizam culturas, flores de jardim e arbustos durante a busca de néctar e pólen. Enquanto um número de apicultores preenchem um nicho de mercado pequeno para o mel do arbusto, os meliponines nativos produzem somente quantidades pequenas ea estrutura de suas colmeias faz o mel difícil de extrair. Apenas em áreas quentes da Austrália, como Queensland e norte da Nova Gales do Sul pode as abelhas produzir mais mel do que eles precisam para sua própria sobrevivência. Colher mel de um ninho em uma área mais fria pode enfraquecer ou mesmo matar o ninho.

Produção de mel 

Em áreas quentes da Austrália, estas abelhas podem ser usadas para a produção de mel menor. Eles também podem ser mantidos com sucesso em caixas nessas áreas. Métodos especiais estão sendo desenvolvidos para colher quantidades moderadas de mel de abelhas sem ferrão nessas áreas sem causar danos.

Como a abelha mel europeia ( Apis mellifera ), que fornece a maior parte do mel comercialmente produzido na Austrália, as abelhas sem ferrão têm áreas ampliadas em suas patas traseiras para transportar o pólen de volta para a colméia. Após uma expedição foraging, estas cestas do pólen ou corbiculae podem ser consideradas enchidas completamente do pólen brilhante alaranjado ou amarelo. As abelhas sem ferrão também coletam o néctar, que armazenam em uma extensão de seu intestino chamado uma colheita . De volta à colmeia, as abelhas amadurecem ou desidratam as gotas de néctar, girando-as dentro de suas partes bucais até que o mel seja formado. A maturação concentra o néctar e aumenta o teor de açúcar, embora não seja tão concentrado quanto o mel das verdadeiras abelhas; É muito mais fino na consistência, e mais propenso a estragar.

As abelhas Stingless armazenam seu mel aromático em grupos de potenciômetros pequenos da resina perto das extremidades do ninho. Para a produção de mel, as abelhas precisam ser mantidas em uma caixa especialmente concebida para tornar as lojas de mel acessível sem danificar o resto da estrutura do ninho. Alguns projetos recentes da caixa para a produção do mel fornecem um compartimento separado para as lojas do mel assim que os potenciômetros do mel podem ser removidos sem derramar o mel em outras áreas do ninho. Ao contrário de uma colméia de abelhas comerciais, que pode produzir 75 kg de mel por ano, uma colméia de abelhas australianas sem ferrão produz menos de 1 kg. Stingless mel de abelha tem um distintivo “arbusto” gosto – uma mistura de doce e azedo com um toque de fruta. O sabor vem de resinas de plantas – que as abelhas usam para construir suas colmeias e potes de mel – e varia em diferentes épocas do ano, dependendo das flores e árvores visitadas.

Polinização 

Os agricultores australianos dependem fortemente da abelha de mel ocidental introduzida para polinizar as suas culturas. No entanto, para algumas culturas, as abelhas nativas podem ser melhores polinizadoras. As abelhas sem ferrão têm demonstrado ser valiosas polinizadoras de culturas como macadâmias e mangas .Eles também podem beneficiar morangos, melancias, citrinos, abacates, lichias e muitos outros. A pesquisa sobre o uso de abelhas sem ferrão para a polinização de culturas na Austrália ainda está em seus estágios iniciais, mas essas abelhas mostram grande potencial. Estudos da Universidade de Western Sydney [17]mostraram a capacidade dessas abelhas excelente para trabalhar em áreas confinadas, como estufas.

Abelhas sem ferrão do Brasil

Abelha Meliponini não identificada (provavelmente Trigona spinipes ), coberta de pólen , visitando uma flor da esponja vegetal ( Luffa cylindrica ) emCampinas , Brasil

O Brasil é o lar de várias espécies de abelhas sem ferrão pertencentes a Meliponini, com mais de 300 espécies já identificadas e provavelmente ainda mais a ser descoberto. Eles variam muito em forma, tamanho e hábitos, e 20 a 30 dessas espécies têm um bom potencial como produtores de mel. Embora eles ainda são bastante desconhecidos pela maioria das pessoas, um número crescente de apicultores foram dedicados a estas abelhas em todo o país. Esta atividade tem experimentado um crescimento significativo desde agosto de 2004, quando as leis nacionais foram alteradas para permitir que as colônias de abelhas nativas fossem comercializadas livremente, o que anteriormente era proibido em uma tentativa malsucedida de proteger essas espécies. Hoje em dia a captura ou destruição de colônias existentes na natureza ainda é proibida, e apenas novas colônias formadas pelas próprias abelhas em armadilhas artificiais podem ser coletadas da natureza. A maioria das colônias comercializadas é produzida artificialmente por apicultores autorizados, através da divisão de colônias cativas já existentes. Além da produção de mel, as abelhas sem ferrão brasileiras, como a irapuá (Trigona spinipes ), servem como grandes polinizadores de plantas tropicais e são consideradas o equivalente ecológico da abelha. [18]

Além disso, está sendo feito muito trabalho prático e acadêmico sobre as melhores maneiras de manter essas abelhas, multiplicando suas colônias e explorando o mel que produzem. Entre outras, espécies como jandaíra ( Melipona subnitida ) euruçu ( Melipona scutellaris ) no nordeste do país, mandaçaia ( Melipona quadrifasciata ) e uruçu amarelo ( Melipona rufiventris ) no sul-sudeste, tiúba ou jupará ( Melipona interrupta [19] ) e abelha de palha ( Scaptotrigona polysticta ) no norte e jataí ( Tetragonisca angustula ) em todo o país são cada vez mais mantidos por pequenos, médios e grandes produtores. Muitas outras espécies como o Mandaguari ( Scaptotrigona postica ), o Guaraipo ( Melipona bicolor ) eo Iraí ( Nannotrigona testaceicornis ), para mencionar alguns, também são criados em menor escala. Através do cultivo de mel ou venda de colônias, manter abelhas sem ferrão é uma atividade cada vez mais rentável. Uma única colônia de espécies como mandaçaia e uruçu verdadeiro pode ser dividida até quatro vezes por ano, e cada uma das novas colônias obtidas desta forma pode ser vendida por cerca de US $ 100.

Melipona capixaba é a única espécie de abelhas sem ferrão incluída na lista de espécies ameaçadas do Ministério do Meio Ambiente do Brasil.

Produção de mel

Embora as colônias da maioria dessas abelhas sejam muito menores do que as da abelha européia, a produtividade por abelha pode ser bastante alta, com colônias contendo menos de mil abelhas sendo capaz de produzir até 4 litros (um galão americano ) De mel todos os anos. Provavelmente, o campeão mundial na produtividade do mel, o Manduri ( Melipona marginata ), vive em enxames com apenas cerca de 300 indivíduos, mas mesmo assim, pode produzir até 3 litros de mel por ano nas condições certas. Uma das mais pequenas entre todas as abelhas do gênero Melipona , com comprimentos variando de 6 a 7 mm, está sendo usada em alguns países como o Japão ea Alemanha como polinizadora de estufas. Embora eles não tendem a atacar se não for molestado, quando sentem que o ninho está sob ameaça, a reação dessas minúsculas abelhas é violenta, e suas fortes mandíbulas podem penetrar a pele humana.

As espécies do gênero Scaptotrigona possuem colônias muito grandes, com até 20.000 indivíduos, podendo produzir de 8 a 12 litros de mel por ano, mas são um pouco agressivas e, portanto, pouco populares entre os apicultores meliponinos brasileiros. Alguns grandes criadores possuem mais de 3.000 colméias das espécies domesticas mas ainda altamente produtivas no gênero Melipona , como a tiúba , o verdadeiro uruçu ea jandaíra , cada uma com 3.000 ou mais abelhas por colônia. Eles podem produzir mais de 1,5 toneladas de mel a cada ano. Em grandes fazendas de abelhas, apenas a disponibilidade de flores limita a produção de mel por colônia. Seu mel é considerado mais saboroso porque não excessivamente doce, e também é pensado para ter propriedades medicinais mais pronunciadas do que mel de abelhas do gênero Apis devido ao maior nível de substâncias antimicrobianas. Como resultado, o mel de abelhas sem ferrão retorna lucros muito elevados, com preços tanto quanto 5-10 vezes maior do que aqueles para o mel mais comum produzido por abelhas européias ou africanizadas.Contudo, é necessário um número muito maior de colméias para produzir quantidades de mel comparáveis ​​às de abelhas europeias ou africanizadas. Além disso, devido ao fato de aquelas abelhas armazenar mel em vasos de cerume em vez de favos de mel padronizados como na criação de abelhas faz extração muito mais difícil e trabalhoso.

O mel das abelhas sem ferrão tem uma cor mais clara e um teor de água mais elevado, de 25% para 35%, em comparação com o mel do género Apis . Isso contribui para o seu gosto menos cloying, mas também faz com que ele estragar mais facilmente. Assim, para comercialização, este mel precisa ser processado por dessecação ou pasteurização. Em seu estado natural, ele deve ser mantido sob refrigeração.

Abelhas como animais de estimação  – Pets

Um enxame de abelhas mandaçaias ao redor de uma colmeiaartificial instalada no quintal de uma casa no Brasil

Devido à falta de um stinger funcional e comportamento não agressivo característico de muitas espécies brasileiras de abelhas sem ferrão, eles podem ser criados sem problemas em ambientes densamente povoados, como cidades, desde que flores suficientes estão à sua disposição nas proximidades. Alguns criadores (meliponicultors) podem produzir o mel mesmo nos apartamentos até o 12o assoalho. [20]

Apesar de serem em geral bastante pacíficas, com exceção de algumas espécies como a tubuna ( Scaptotrigona bipunctata), a maioria das meliponinas brasileiras reagirão se suas colmeias forem molestadas, mordendo com suas mandíbulas, enredando-se no cabelo, tentando entrar nos ouvidos Ou o nariz, e liberando a própolis ou mesmo o ácido sobre seus agressores.

Algumas espécies, no entanto, são mais adequadas para a criação em casa como animais de estimação. As mandaçaia são extremamente mansas, não atacando os humanos mesmo quando suas colméias são abertas para a extração de mel ou divisão de colônias. Eles formam colônias pequenas, gerenciáveis ​​de apenas 400-600 indivíduos. Ao mesmo tempo, uma única colmeia racional de mandaçaia pode produzir até 4 litros de mel por ano, tornando a espécie muito atraente para os proprietários de casa. São abelhas relativamente grandes, de até 11 mm de comprimento e, como resultado, têm um melhor controle do calor corporal, permitindo-lhes viver em regiões onde as temperaturas podem cair um pouco abaixo de 0 ° C. No entanto, eles são um pouco seletivo sobre quais as flores que irão visitar, preferindo a flora que ocorre em seu ambiente natural. Portanto, são difíceis de manter fora de sua região de origem, ao longo da costa leste do Brasil, a partir do estado da Bahia sul.

Outras espécies, como a tiúba eo uruçu verdadeiro , também são muito mansas e altamente produtivas. Suas colônias têm de 3000-5000 indivíduos (para comparação, a população de enxames de abelhas podem atingir 80000 indivíduos) e pode produzir até 10 litros de mel por ano. Eles podem ser facilmente mantidos em casa, mas só sobreviverá em regiões com clima quente, com suas larvas a morrer a temperaturas inferiores a 12 ° C. O uruçu amarelo, no entanto, pode sobreviver a temperaturas inferiores a 0 ° C, e suas colônias, com cerca de 3.500 indivíduos, podem produzir até 6 litros de mel por ano. Mas esta espécie reagirá com poderoso beliscando se seus ninhos forem molestados, e geralmente eles só são mantidos por meliponicultors profissionais.

Outra espécie adequada para se manter em casa é a guaraipo ( Melipona bicolor ). Também é bastante manso, nunca atacando o apicultor, e suas colônias têm menos de 600 indivíduos. Eles podem suportar temperaturas de até -10 ° C, e cada colônia pode produzir mais de 3 litros (0,79 US galões) de mel por ano. Suas colônias geralmente têm mais de uma rainha de cada vez (geralmente dois ou três, mas às vezes até cinco), um fenômeno chamado polygyne . Uma vez muito comum, o guaraipo é agora bastante raro na natureza, principalmente devido à destruição de suas florestas nativas no sudeste do Brasil.

Outros grupos de abelhas sem ferrão brasileiras, os gêneros Plebeia e Leurotrigona , são também muito mansos e muito menores, sendo que um deles ( Plebeia minima ) não atinge mais de 2,5 mm de comprimento , e os lambe -olhos, Leurotrigona muelleri , Sendo ainda menor, não superior a 1,5 mm. Muitas dessas espécies são conhecidas como mirim (miúdo), e podem ser mantidas em pequenas colméias artificiais, sendo assim de interesse para os detentores que os querem como polinizadores em estufas ou apenas por prazer de ter uma colônia de abelhas “brinquedo” em casa. Sendo tão pequenas, estas espécies produzem apenas uma quantidade muito pequena de mel, normalmente menos de 500 ml por ano, por isso não são interessantes para a produção comercial de mel.

Tubo de entrada da colônia dejataís : As abelhas jatai construir um tubo de cera na entrada de seu ninho.

Pertencendo ao mesmo grupo, os jatai ( Tetragonisca angustula ), a marmelada ( Frieseomelitta varia ) ea moça-branca (Frieseomelitta doederleini ) são de tamanho intermédio entre as espécies muito pequenas e a abelha europeia. São espécies muito adaptáveis; O jataí , e pode ser criado em muitas regiões e ambientes diferentes, sendo bastante comum na maioria das cidades brasileiras. O jataí pode morder quando molestado , mas suas mandíbulas são fracas, e na prática sãoinofensivas , enquanto a marmelada e moça-branca geralmente depositam própolis sobre seus agressores. Produzindo até 1,5 litros de mel por ano, seu mel é considerado entre os melhores de abelhas sem ferrão. Na verdade, o jataí foi uma dasprimeiras espécies a serem mantidas por apicultores em casa. Seus ninhos podem ser facilmente identificados em árvores ou cavidades de parede pelo tubo de cera que eles construem na entrada, geralmente guardado por algumas abelhas soldado, que são mais fortes do que abelhas operárias regulares. A marmelada e o moça-branca fazem um pouco menos de mel, mas é mais denso e mais doce que a maioria das outras abelhas sem ferrão e é considerado muito saboroso.

Abelhas sem ferrão maia da América Central 

Colmeia de abelhas sem ferrão: Um pedaço de tronco oco fornece um lar para abelhas meliponinas emBelize .

As abelhas sem ferrão Melipona beecheii e M. yucatanica são as únicas abelhas nativas cultivadas em qualquer grau na América Central. Eles eram extensivamente cultivados pela civilização maia para o mel, e considerados sagrados. Eles continuam a ser cultivados pelos povos maia modernos, embora essas abelhas estejam em perigo devido ao desmatamento maciço, práticas agrícolas alteradas (especialmente inseticidas ) e as práticas de apicultura em mudança com a chegada daabelha africanizada , que produz colheitas de mel muito maior.

História [ editar ]

Os meliponines nativos ( M. beecheii que é o favorito) foram mantidos pelo Maya da planície por milhares de anos. O nome da língua do Maya de Yucatec para esta abelha é kab do xunan , significando “a abelha da senhora (real, nobre)”. [21] As abelhas eram uma vez o assunto de cerimónias religiosas e eram um símbolo do abelha-deus Ah-Muzen-Cab , sabido do Codex de Madrid .

As abelhas eram, e ainda são, tratadas como animais de estimação. As famílias teriam uma ou várias colméias penduradas em suas casas. Embora sejam stingless, as abelhas mordem e podem deixar welts similar a uma mordida do mosquito. A maneira tradicional de coletar as abelhas, ainda privilegiada entre os habitantes locais, é encontrar uma colméia selvagem, em seguida, o ramo é cortado em torno da colméia para criar um log portátil, envolvendo a colônia. Este log é então tampado em ambas as extremidades com outro pedaço de madeira ou cerâmica e selado com lama. Este método inteligente mantém as abelhas melipina de misturar sua ninhada, pólen e mel no pente mesmo como fazem as abelhas europeus. A ninhada é mantida no meio da colmeia, eo mel é armazenado em “panelas” verticais nas bordas externas da colméia. Uma tampa temporária, substituível no final do registro permite o acesso fácil ao mel ao fazer o dano mínimo à colmeia.Entretanto, os manipuladores inexperientes podem ainda fazer dano irreversible a uma colmeia, fazendo com que a colmeia enxame e fuga do registro. Com a manutenção adequada, porém, colmeias foram registrados como duradouro mais de 80 anos, sendo transmitida através de gerações. No registro archaeological de Mesoamerica, os discos da pedra foram encontrados que são considerados geralmente ser os tampões dos registros long-desintegrados que abrigaram uma vez as colmeias.

Tulum 

Tulum , o local de uma cidade pre-Columbian do Maya na costa do Cararibe 130 quilômetros de sul de Cancun, tem um deus descrito repetidamente todo o local.De cabeça para baixo, ele aparece como uma figura pequena sobre muitas entradas e entradas. Um dos templos, o “Templo del Dios Descendente” ou o Templo do Deus Descendente, fica apenas à esquerda da praça central. A especulação é que ele pode ser o “Deus da Abelha”, Ah Muzen Cab, como visto no Codex Madrid.É possível que este fosse um centro religioso / comercial com ênfase em xunan kab , a “senhora real”.

Usos econômicos

O Balché , uma bebida alcoólica mesoamericana tradicional, semelhante ao hidromel , era feito de mel fermentado e da casca do legheiro ( Lonchocarpus violaceus), daí o nome. [22] Foi tradicionalmente fabricado em canoa. A bebida era conhecida por ter propriedades enteogênicas, isto é, para produzir experiências místicas, e era consumida em práticas medicinais e rituais. Os apicultores colocariam os ninhos perto da planta psicoativa Turbina corymbosa e possivelmente perto debalché , forçando as abelhas a usar o néctar dessas plantas para fazer seu mel. [22] Além disso, cervejeiros iria adicionar extratos da casca do balché árvore para a mistura de mel antes da fermentação. A bebida resultante é responsável pelos efeitos psicotrópicos quando consumida, devido aos compostos de ergolina no pólen do T. corymbosa , ao néctar de Melipona colhido das flores de balché ou aos compostos alucinógenos da casca de balche .

A fundição de cera perdida , um método de metal comum normalmente encontrado onde os habitantes mantêm abelhas, também foi usado pelos maias. A cera deMelipona é macia e fácil de trabalhar, especialmente na planície úmida úmida. Isso permitiu que os maias criassem pequenas obras de arte, jóias e outros metais que seriam difíceis de falsificar. Faz também uso das sobras da extração do mel. Se a colméia foi danificada além da reparação, o todo do pente poderia ser usado, usando assim toda a colmeia. Com os guardiões experientes, porém, apenas o pote de mel poderia ser removido, o mel extraído, ea cera usada para fundição ou outros fins.

Futuro

A perspectiva para meliponines em Mesoamerica é incerta. O número de apicultores ativos de Melipona está caindo rapidamente em favor dos Apis melliferaAfricanized, mais econômicos e não indígenas . O alto rendimento de mel, 100 kg ou mais anualmente, juntamente com a facilidade de cuidados de colméia e capacidade de criar novas colméias de estoque existente, geralmente supera as conseqüências negativas da manutenção da colméia “abelha assassina”. Além disso, as abelhas africanizadas não visitam alguma flora, como as da família dos tomates , e várias árvores e arbustos florestais, que dependem das abelhas nativas para a polinização. Um declínio nas populações de flora nativa já ocorreu em áreas onde as abelhas sem ferrão foram deslocadas por abelhas africanizadas. Um golpe adicional para a arte da apicultura meliponina é que muitos dos apicultores meliponina são agora idosos, e suas colmeias não podem ser cuidados uma vez que morrem. As colmeias são consideradas semelhantes a uma coleção antiga da família, para ser parted para fora uma vez que o coletor morre ou ser enterrado no todo ou em parte junto com o apicultor em cima da morte. Na verdade, um levantamento de uma vez popular área das planícies maias mostra o rápido declínio dos apicultores, para cerca de 70 em 2004 de milhares no final dos anos 1980. É tradicional nas planícies maias que a própria colméia ou partes da colméia ser enterrado junto com o apicultor para voar al cielo , “voar para o céu”. [ Carece de fontes? ] Esforços de conservação estão em andamento em várias partes da Mesoamérica. [23]

Abelhas sem ferrão principais espécies que produzem mel 

Fonte: Wikipédia

Referências 

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  22. ^ A b Ott, Jonathan (1998). “A abelha Delphic: Abelhas e miúdos tóxicos como ponteiros para plantas psicoativas e outras plantas medicinais” . Botânica Econômica . 52 (3): 260-266. Doi : 10.1007 / BF02862143 .
  23. ^ Um guia de conservação abrangente pode ser encontrado na edição de junho de 2005 da Bee World .
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MELIPONICULTURA – 2017 – TÓPICOS INTERESSANTES

MELIPONICULTURA – 2017 – TÓPICOS INTERESSANTES

 

Abelhas sem ferrão guardas

http://conexaoto.com.br/2017/03/01/abelhas-sem-ferrao-passaram-por-processo-evolutivo-e-usam-guardas-especializadas-para-defender-as-colmeias-de-invasores

Cientistas ensinam abelhas nativas a marcar gol

http://www.bbc.com/portuguese/geral-39129078

Soldados da colmeia das abelhas sem ferrão

http://www.bbc.com/portuguese/geral-39129078

Mel de abelhas nativas de Alagoas

http://docplayer.com.br/43436855-Mel-de-abelhas-nativas-e-africanizadas-do-estado-de-alagoas-composicao-quimica-seguranca-microbiologica-e-atividade-terapeutica.html

Censo da Meliponicultura

http://sosabelhassemferrao.com.br/site/censo-da-meliponicultura/

Veneno das abelhas e o vírus que causa a AIDS

https://www.bebee.com/producer/@fabricadeideias/veneno-de-abelha-destroi-hiv-curiosidades-sobre-abelhas-bebee-2017

O LÉXICO DA APICULTURA E DA MELIPONICULTURA NO BRASIL: ESTUDOS INICIAIS PARA A ELABORAÇÃO DE UM DICIONÁRIO TERMINOLÓGICO

http://docplayer.com.br/43436187-O-lexico-da-apicultura-e-da-meliponicultura-no-brasil-estudos-iniciais-para-a-elaboracao-de-um-dicionario-terminologico.html

INVESTIGADORES DE UM INSTITUTO JAPONÊS ESTÃO A DESENVOLVER ABELHAS-ROBÔ CAPAZES DE FAZER A POLINIZAÇÃO.

https://shifter.pt/2017/02/cientistas-querem-tornar-real-a-parte-boa-do-episodio-das-abelhas-de-black-mirror/

Aplicativo para celular pode evitar a extinção de abelhas

http://oglobo.globo.com/sociedade/sustentabilidade/aplicativo-para-celular-pode-evitar-extincao-de-abelhas-20945626

Caracterização, Colheita, Conservação e Embalagem de Méis de Abelhas Indígenas Sem Ferrão

http://docplayer.com.br/41059634-Caracterizacao-colheita-conservacao-e-embalagem-de-meis-de-abelhas-indigenas-sem-ferrao.html

Diagnóstico da Meliponicultura no Brasil

http://docplayer.com.br/41546605-Diagnostico-da-meliponicultura-no-brasil.html

Bactérias simbiontes associadas à abelha sem ferrão Melipona scutellaris como fontes de produtos naturais bioativos (2016)

http://bdpi.usp.br/single.php?_id=002794634

Biologia e manejo de abelhas sem ferrão (1986)

http://bdpi.usp.br/single.php?_id=000758777

Curso de Criação de Abelhas Sem Ferrão para Crianças

http://apimeabelhanativa.blogspot.com.br/2017/01/curso-de-criacao-de-abelhas-sem-ferrao.html

Quem matou o polinizador

http://sfagro.uol.com.br/quem-matou-o-polinizador/

Por que as abelhas podem ser o segredo para a superinteligência humana?

https://zap.aeiou.pt/abelhas-podem-segredo-superinteligencia-humana-146776

Criação de abelhas muda vida de produtor rural em Cruzeiro do Sul

https://meliponariodamadecopas.blogspot.com.br/2017/01/criacao-de-abelhas-muda-vida-de.html

Abelhas removem larvas mortas para reduzir transmissão de doenças na colmeia

http://www.planetauniversitario.com/index.php/ciencia-e-tecnologia-mainmenu-75/37034-abelhas-removem-larvas-mortas-para-reduzir-transmissao-de-doencas-na-colmeia

EUA declaram espécie de abelhão “em perigo de extinção”

http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2017-01-10-EUA-declaram-especie-de-abelhao-em-perigo-de-extincao

Mel de abelhas nativas produzido por índios de Aracruz é comercializado em mercado de São Paulo

http://jornalentrevista.com.br/v1/2017/01/04/mel-de-abelhas-nativas-produzido-por-indios-de-aracruz-e-comercializado-em-mercado-de-sao-paulo/

ABELHAS DO MAR – COMO SE POLINIZAM AS PLANTAS MARINHAS

https://www.greenme.com.br/informar-se/biodiversidade/4761-abelhas-mar-polinizar-plantas-marinhas

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COMO CONSTRUIR UM HOTEL PARA ABELHAS SOLITÁRIAS – HOW TO BUILD A HOTEL FOR WILD BEES

COMO CONSTRUIR UM HOTEL PARA ABELHAS SOLITÁRIAS – HOW TO BUILD A HOTEL FOR WILD BEES

Como construir um hotel para abelhas selvagens

Ajude a sua população de abelhas local, construindo-os um lugar para aninhar.

TOM ODER

16 de agosto de 2016, 7h32

 

Abelha, hotel, inseto, casa, jardim

Um hotel de abelhas é uma maneira divertida e familiar de atrair abelhas para o seu jardim. (Foto: MarjanCermelj / Shutterstock)

Quer uma atividade divertida que beneficia abelhas nativas e que toda a família pode fazer direito em seu quintal? Construir um hotel abelha.

Um hotel da abelha é um lugar que você cria para abelhas nativas – particularmente abelhas do pedreiro e abelhas do leafcutter – fazer um ninho. “A coisa sobre uma casa pedreiro abelha é que ele leva as pessoas a compreender que há muito mais abelhas lá fora do que apenas as abelhas”, disse Becky Griffin, da comunidade e coordenador jardim da escola no Centro de Agricultura Urbana e University of Georgia extensão para O Distrito Noroeste da Geórgia.

“Ouvimos muito sobre o declínio das abelhas (que não são nativas da América do Norte), mas precisamos também estar cientes de que há um declínio nas populações de abelhas nativas devido à perda de habitat”, disse Griffin. “Abelhas nativas aninham em troncos ocos, árvores mortas e no chão, e quando a floresta é limpa, as abelhas nativas têm cada vez menos lugares para aninhar”.

Os proprietários podem fazer algo para dar abelhas nativas, que estão entre os polinizadores mais importantes da natureza, uma mão amiga, criando locais especiais de nidificação. Hotéis Bee fazer sites ideais, porque eles são fáceis de construir e vai acomodar muitas espécies diferentes de abelhas. “Uma vez que você começa a notar abelhas nativas, atraindo-os e aprender sobre eles, você só quer sentar em seu banco em seu jardim e vê-los trabalhar”, entusiasmou Griffin. “Eles são criaturas incríveis!”

Aqui está um guia, com dicas e conselhos do Griffin, sobre que tipos de abelhas nativas esperam que o seu hotel abelha para atrair, como construir um hotel abelha, como medir o sucesso do seu hotel abelha, e que tipo de plantas para colocar Em seu jardim para atrair e manter abelhas nativas em seu jardim e retornar ao seu hotel abelha.

Se eu o construir, quem virá?


Um simples hotel abelhaOs hotéis da abelha atraem geralmente o que são chamados geralmente as abelhas do pedreiro, que como seu nome de sua prática de fazer compartimentos da lama em ninhos que constroem os juncos ocidentais ou nos furos na madeira feita por insetos furando madeira.
As abelhas do pomar e as abelhas do cortador da folha caem nesta categoria, demasiado. Estas abelhas nativas são chamadas de abelhas solitárias porque uma vez que as fêmeas, ela está sozinha. Ela não tem uma estrutura social como uma abelha de mel teria em uma colméia. Ela vai encontrar um buraco oco com um fim para ela e ela vai colocar um ovo e colocar algum alimento nele para as larvas e, em seguida, selá-lo com alguma lama ou alguns restos de folhas e ir sobre o seu negócio.

Quando pensamos em abelhas, geralmente pensamos em abelhas, que têm uma estrutura social muito complexa. Eles dependem uns dos outros; Eles têm uma colméia e viver em um cluster e fazer mel. Mas uma abelha solitária não trabalha como uma equipe com nenhuma outra abelha. Eles são totalmente por conta própria. Eles vão procurar material de nidificação, construir ninhos e recolher néctar e pólen por si só. Eles não fazem parte de uma rede social, e não fazem mel.

Posso construir?

A primeira pergunta que as pessoas que nunca viram um hotel abelha pode perguntar-se é se eles têm as habilidades para enfrentar o projeto. Se você pode martelar um prego e furar um buraco, então a resposta é: “Sim, você pode construir um hotel abelha.” Realmente pode ser assim tão simples. Na verdade, pode ser mais simples se você usar bambu, que já é oco, para o hotel.

O design perfeito


Um hotel de abelha fantasiaA primeira coisa que você tem a fazer é projetar o hotel.
Pode ser tão simples e rústico ou tão complexo e extravagante como você quer que seja.Uma casa simples poderia ser um bloco de 4 por 4 de madeira com furos perfurados nele e montado em um post ou mesmo pedaços de bambu que são fechados em uma extremidade e amarrado em um feixe ou colocado em um tubo, como uma peça De tubo de PVC e pendurado de uma árvore. Uma casa extravagante poderia ser um quadrado, retângulo ou outra forma com diferentes blocos de madeira de tamanho colocado no quadro em ângulos agradáveis. Tal casa poderia inclusive incluir um objeto de arte colocado entre os blocos de madeira. Embora não haja limites para o projeto, existem algumas regras básicas a seguir na construção da casa:

  • Utilize apenas madeira não tratada.
  • Certifique-se que a casa tem um telhado para manter a chuva e outros elementos meteorológicos para fora dos buracos.
  • A casa deve ser um mínimo de três metros do chão.
  • Para atrair tantas espécies de abelhas quanto possível, faça furos de tamanhos variados. Certifique-se de não perfurar todo o caminho através do bloco como os buracos devem ter um ponto de parada. Brocas de 2 a 10 mm de diâmetro são ideais. Iniciantes que podem querer manter as coisas realmente simples e que poderia ter uma quantidade limitada de ferramentas poderia simplesmente usar um broca 5/16 para todos os buracos em seu primeiro hotel.
  • Para um primeiro hotel, 12-18 buracos seria ideal.
  • Não há regras rígidas sobre o quão profundo os buracos devem ser – com a ressalva de que se você usar um grande pedaço de madeira ou criar um “grande” hotel emoldurado e os buracos são muito longos, a abelha não pode entrar nele . Mantendo furos de entrada não mais profundo do que o comprimento de uma broca padrão é uma boa regra de ouro.
  • Remova os estilhaços dos orifícios. Quando você perfura os buracos, pegue um pedaço de lixa e suavizar os buracos. Pequenos estilhaços podem não parecer muito para você, mas bordas ásperas nos buracos de entrada poderia ser um grande negócio e até mesmo fatal para uma abelha nativa, alguns dos quais são muito pequenas. As bordas ásperas podem mesmo impedir que as abelhas usem o furo.
  • Qualquer estilo de madeira que você está usando para o seu hotel abelha terá de ser substituído a cada dois anos ou mais porque as abelhas querem novos túneis em que eles podem colocar seus ovos.
  • Resistir ao desejo de pintar o hotel. A madeira natural é mais atraente para as abelhas.
  • Você pode ter vários hotéis abelha. Só não se esqueça de espaço-los em seu quintal e jardim para que eles não são agrupados juntos.

Quando e onde colocar o seu hotel abelha

Native abelhas ninho na primavera. Seu hotel abelha deve estar no lugar em fevereiro ou, em regiões do norte, assim que você pode cavar um buraco de poste na primavera.

Escolha um local ensolarado onde a frente da casa vai enfrentar o sol e que está longe de uma área altamente traficada. Isso é importante porque as abelhas precisam do sol para mantê-las quentes, e não é conveniente para abelhas ou apicultores ter o hotel em um local onde as abelhas têm de voar em uma calçada ou caminho do jardim. Vale a pena apontar que as abelhas solitárias não vai picar você, exceto no improvável mesmo que você fosse pisar em um descalço ou squish com os dedos.

O que observar

Abelha, rastejando, abelha, hotel, buracoÀs vezes um hotel da abelha não oferece muito na maneira da dignidade para as abelhas, mas fornece um lugar útil para que as abelhas reproduzam. (Foto: echoe69 / flickr)

Depois que você construiu o hotel, esperançosamente as abelhas virão! Assistindo para a sua chegada é uma parte divertida do projeto toda a família pode desfrutar.As fêmeas encontram o hotel na primavera ou no início do verão e entram em buracos que se encaixam no tamanho de suas espécies. Você pode dizer que tipo de abelha visitou o hotel porque as abelhas do mason selarão furos com a lama e as abelhas do cortador da folha selarão furos com folhas.

Você não será capaz de ver o que acontece depois, mas os ovos vão chocar e as larvas vão comer o alimento que a fêmea deixou para trás e, em seguida, girar um casulo. Uma abelha inteiramente formada desenvolver-se-á e mastigará sua maneira através do selo da lama ou da folha e voará para fora em seu mundo do jardim a mola seguinte. É importante que quando eles fazem que eles encontram plantas de pólen e néctar nas proximidades. Se não, eles vão voar para outro jardim, e você vai perder o prazer de assistir as novas vidas que você ajudou a iniciar seu ciclo de vida. Agentes de extensão pode fornecê-lo com uma boa lista de plantas para sua região para ajudar a garantir as abelhas ficar em seu quintal. O agente de extensão também pode ajudá-lo a entender que tipos de abelhas você pode esperar para atrair em sua região.

Outro recurso para encontrar as melhores plantas para sua região está em seu centro de jardinagem local. Tenha em mente que as plantas nativas são geralmente as melhores escolhas para jardins caseiros, porque eles são os mais fáceis de crescer e obter através de condições climáticas extremas e porque abelhas nativas evoluíram com plantas nativas. Outra parte divertida do projeto da ciência é colocar um notebook em um saco selável e anote os tipos de abelhas que você vê em seu jardim, as datas em que os vários buracos são selados e quando eles foram mastigados aberto. Ao longo do tempo, procure um padrão para as datas.

Como medir o sucesso

Um grande abelha hotelUma vez que você começa o cair de hotéis abelha e começar a atrair um monte de abelhas, talvez você pode construir um hotel abelha tão grande como este! (Foto: Ong-Mat / flickr)

Você será capaz de dizer se o hotel está sendo usado observando se os buracos são selados. Você também vai desenvolver uma compreensão das abelhas que estão visitando seu jardim e hotel pelos tamanhos dos buracos que estão sendo usados.À medida que você adiciona mais hotéis abelha, você pode querer aumentar o número de buracos daqueles tamanhos. Você vai saber se você tem o néctar certo e plantas de pólen em seu jardim, observando se as abelhas estão visitando-los.

Por outro lado, se você chegar ao final do verão o ano após buracos foram selado e ver que os buracos ainda estão mudded ou cheio de folhas, então você tem um problema com o hotel. Você terá que descobrir o que é isso. Por exemplo, um inseto parasita pode ter notado que o furo é selado e perfurado um furo pequeno através do selo e comido as larvas ou a abelha no casulo. Ou, se você não notar um buraco de entrada no selo, um fungo pode ter matado a abelha em um de seus estágios de crescimento. (Para mais informações sobre a importância da manutenção, consulte este túnel próximo explicador com uma seção extra em saneamento.) Não pulverizar o hotel para tentar evitar que isso aconteça novamente, porque você poderia prejudicar outras abelhas que você está tentando proteger. Pense nisso como apenas uma das duras lições da natureza no trabalho.

Para informações adicionais sobre abelhas nativas ea importância dos polinizadores, visite o Pollinator Partnership e a Sociedade Xerces .

Créditos da foto para imagens inseridas de casas de abelhas: Becky Griffin

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LISTA DE PAÍSES QUE JÁ VISITARAM ESTE BLOG – LIST OF COUNTRIES THAT HAVE VISITED THIS BLOG

 LISTA DE PAÍSES QUE JÁ VISITARAM ESTE BLOG – LIST OF COUNTRIES THAT HAVE VISITED THIS BLOG

 

Boa tarde,

 

Este blog surgiu em abril de 2009, a intenção era ter um local onde pudesse colocar informações de interesse próprio e sistematicamente pudéssemos consultar quando necessário.

No dia 29 foi postado o primeiro texto – http://wp.me/pWJiA-vc

Como no decorrer dos anos começou a ter vários acessos nas informações postadas, então houve incentivo para publicar mais sobre assuntos de conhecimento e hoje temos cerca de 1.400 posts no blog.

Os assuntos de mais interesse são: tartarugas e abelhas sem ferrão, o total de visitas atingiu hoje 213.068.

Os posts mais acessados são:

Título Visualizações
COMO É A REPRODUÇÃO DE CÁGADOS JABUTIS E TARTARUGAS? 38.228
O PÊNIS DAS TARTARUGAS – THE PENIS OF TURTLES 23.613
ABELHAS SEM FERRÃO, DESCRIÇÃO DAS ESPÉCIES, PLANTAS VISITADAS – STINGLESS BEES, DESCRIPTION OF SPECIES, PLANTS VISITED 18.277
CUIDADOS NECESSÁRIOS COM AS TARTARUGAS DE ÁGUA DOCE 8.108
16 CURIOSIDADES SOBRE JABUTIS 5.903
VÔMITO VERDE, PRETO E AMARELO 3.855
ORIENTAÇÕES DE HIBERNAÇÃO PARA TARTARUGAS E JABUTIS – HIBERNATION GUIDELINES FOR TURTLES AND TORTOISES 3.853
PLANTAS MEDICINAIS – SABEDORIA POPULAR 3.451
CÁGADO CABEÇA DE COBRA 3.091

Durante este período todo, pessoas de vários países também estiveram presentes e até hoje tivemos a visita de 134 países que estão abaixo relacionados e que ao clicar nos nomes pode-se ter um acesso das informações geográficas e econômicas – link

Atualmente temos atualizado os posts publicados e mais acessados em detrimento da publicação de novos textos, o objetivo é de concentrar mais as informações em um só lugar.

Muito obrigado a todos que visitaram hbjunior.tk e nos incentivaram a democratização do conhecimento.

 

Junior Continuar lendo

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PESQUISADORES MONITORAM TARTARUGAS VERDES NO PARANÁ – RESEARCHERS MONITOR GREEN TURTLES IN PARANÁ

PESQUISADORES MONITORAM TARTARUGAS VERDES NO PARANÁ – RESEARCHERS MONITOR GREEN TURTLES IN PARANÁ

Interessante reportagem que mostra a captura da tartaruga que estava presa na rede de pescadores, também as medições, anilhamento do animal, e a colocação de um emissor de sinais no seu casco que são captados por satélite e mostram o deslocamento da tartaruga pela costa.

Clique aqui para ver vídeo com 5,54 minutos

 

RESEARCHERS MONITOR GREEN TURTLES IN PARANÁ

Interesting report showing a turtle catch that was trapped in the fishing net, also measurements, animal banding, and placing a signal transmitter in its hull that are picked up by satellite and show the displacement of the turtle along the coast.

Click here to view video with 5.54 minutes

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CICLO E ANATOMIA DA ABELHA APIS – CICLO Y ANATOMÍA DE LA ABEJA MELÍFERA – CYCLE AND ANATOMY OF THE BEE HONEY

CICLO E ANATOMIA DA ABELHA APIS – CICLO Y ANATOMÍA DE LA ABEJA MELÍFERA – CYCLE AND ANATOMY OF THE BEE HONEY 

 

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