BENEFÍCIOS DO MEL À SAÚDE

BENEFÍCIOS DO MEL À SAÚDE

Nos últimos 2.500 anos, o mel tem sido um ingrediente essencial, usado por inúmeras culturas em todo o mundo. Talvez uma das razões pelas quais, até hoje, o mel é tão consumido, é devido à variedade de maneiras que pode ser usado: você pode comer uma colher de mel puro, ou no pão como uma geleia, você pode misturá-lo com suco ou chá para adoçar, ou simplesmente adicioná-lo à água morna e beber. Não importa como você o use, o mel se tornou um ingrediente extremamente útil e versátil. Também está se tornando cada vez mais reconhecido, não só por seu sabor surpreendente, mas suas propriedades medicinais. Para colher seus benefícios, selecionar o tipo certo de mel é o segredo.
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Conheça a Diferença Entre Mel Natural e Artificial

Tenha em mente que o mel cru (mel na sua forma mais pura) é o melhor. O mel puro não é filtrado, coado ou aquecido acima de 46 graus, ao contrário de muitas das variedades comerciais que encontramos nas prateleiras dos mercados. Na verdade, a maioria dos tipos comerciais são processados de uma forma que muitas (se não todas) enzimas benéficas, nutrientes e antioxidantes são completamente destruídas.

Mas como identificar a diferença entre os dois? Esses 4 testes irão ajudá-lo a determinar se o mel que você comprou, é puro ou não:

1. Textura

Diferentemente do mel artificial, o mel puro é sólido. Se você colocar o mel em uma colher, ele não irá escorrer e não será fácil passá-lo no pão, por exemplo.

2. Teste da água

Mel artificial dissolve facilmente na água. Já o puro, em contrapartida, se instala no fundo do copo com água.

3. O teste do tempo

O mel puro tende a cristalizar com o passar do tempo, enquanto uma imitação continuará cremosa, independentemente do tempo que está guardado.

4. Teste do fogo
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Mergulhe a ponta de um algodão ou pavio de vela no mel e sacuda o excesso. Tente acender o pavio ou algodão. Se queimar, o mel não tem água e outros componentes. Caso não queime ou estale, o mel é puro.
Para tirar o máximo proveito deste alimento benéfico, compre um mel cru e orgânico em uma loja de produtos naturais.

Os Nutrientes Essenciais Encontrados no Mel Puro

O mel cru é cheio de vitaminas e minerais essenciais, vitaminas B, incluindo B1 (Tiamina), B2 (Riboflavina), B3 (Niacina), B5 (Ácido pantotênico) e B6 (Piridoxina), que funcionam como coenzimas que ajudam o corpo a obter energia de alimentos. As vitaminas B também são importantes para manter um apetite normal, boa visão, pele saudável e função do sistema nervoso, bem como a formação de glóbulos vermelhos. O mel também é uma boa fonte de vitamina C, que beneficia o corpo ao manter as células juntas através da síntese de colágeno (um tecido conjuntivo que mantém os músculos, ossos e outros tecidos juntos).

O mel também contém minerais como magnésio, potássio, cálcio, cloro de sódio, cobre, ferro, manganês, enxofre, zinco e fosfato – a maioria dos quais ajuda no metabolismo corporal, balanço hídrico e saúde óssea, entre muitas outras qualidades benéficas.

10 Benefícios Que o Mel Puro Traz à Sua Saúde

1. Uma excelente fonte de energia

Os carboidratos na forma de glicose e frutose fornecem energia ao corpo, aumentam a resistência e reduzem a fadiga muscular. Na verdade, o mel é usado por muitos atletas como uma fonte de energia instantânea.

2. Um ótimo fornecedor de antioxidantes

Além de conter um amplo espectro de vitaminas e minerais, o mel também contém pinocembrina –  que é um flavonoide exclusivo do mel. Isso mantém as atividades enzimáticas saudáveis.

3. Desacelera o processo de envelhecimento
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O lento esgotamento das enzimas no corpo contribui parcialmente para o processo de envelhecimento. O mel puro, no entanto, é um dos poucos alimentos que ajuda a diminuir a perda de enzimas através da ingestão de amilase – uma enzima que quebra açúcares e carboidratos. Esse processo tem a capacidade de restaurar a pele danificada, dando um visual mais suave e jovem.

4. Sustenta boas bactérias

O mel sustenta Bifidobactérias, que estão presentes no trato gastrointestinal, e são essenciais na digestão eficiente e boa saúde. O mel também contém probióticos, que ajudam na produção e atividade das Bifidobactérias. O mel não fermenta no estômago e pode ser usado para aliviar a indigestão.

5. Trata alergias e mantém um sistema imunológico forte

O mel contém propriedades antibacterianas e antifúngicas, que podem tratar alergias e manter o sistema imunológico forte. Consumir mel frequentemente também pode fortalecer os corpúsculos brancos de sangue, que ajudam a combater doenças bacterianas e viroses.

6. Controla o açúcar no sangue

Evidências experimentais sugerem que o consumo de mel pode melhorar o controle do açúcar no sangue e a sensibilidade à insulina, em comparação a outros adoçantes. A tolerância do corpo ao mel é significativamente melhor do que a reação à sacarose e à glicose proveniente de outros alimentos. Indivíduos com maior intolerância à glicose (aqueles com diabetes leve e diabetes tipo 1 – uma condição crônica em que o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina) apresentaram uma tolerância significativamente melhor ao mel do que a sacarose.

7. Ajuda a diminuir o colesterol
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Em uma série de experimentos envolvendo indivíduos saudáveis e aqueles com colesterol elevado, o mel foi considerado o adoçante mais saudável. No entanto, o mesmo estudo também descobriu que em pacientes com colesterol alto, o mel artificial aumentou o colesterol LDL (ruim), enquanto o mel puro e natural diminuiu o colesterol total em 8% e o colesterol LDL em 11%.

8. Reduz e elimina a tosse

Em crianças e adolescentes com idades entre 2 e 18 anos, o mel revelou-se mais eficaz do que o dextrometorfano, que é a droga antitussiva mais popular. O mel de trigo mourisco mostrou ser um remédio muito eficaz contra a tosse.

9. Cicatrizante natural

Foi revelado que o mel cru, quando aplicado topicamente na pele, contém uma série de benefícios na cicatrização de feridas. Como o mel é composto principalmente de glicose e frutose (dois açúcares que atraem fortemente a água), o mel absorve a água na ferida e seca-a, fazendo com que o crescimento de bactérias e fungos seja inibido. Estudos também descobriram que o mel de manuka diminui o nível de pH da superfície das feridas, de modo que os germes não podem mais sobreviver e as bactérias são destruídas.

10. Previne a redução de glóbulos brancos

O mel pode ser uma maneira eficaz e barata de prevenir o baixo número de glóbulos brancos causado pela quimioterapia. Em um pequeno estudo, 40% dos pacientes com câncer que sabiam estar em risco de neutropenia (hemograma muito baixo) tiveram essa condição revertida após tomarem 2 colheres de chá de mel terapêutico por dia durante o tratamento de quimioterapia.

Fonte: TudoPorEmail

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COLETÂNEA DE LEIS SOBRE ABELHAS SEM FERRÃO

COLETÂNEA DE LEIS SOBRE ABELHAS SEM FERRÃO

 

Disponibilizou-se aqui uma coletânea de leis, federal, estadual e municipal sobre as abelhas sem ferrão.

 

MEMÓRIA DA REUNIÃO CONAMA ABRIL 2017 SOBRE A REFORMULAÇÃO DA RESOLUÇÃO 346 DE 2004

 

PROJETO DE LEI Nº 4.943/2014 – Dispõe sobre a criação, o comércio e o transporte de abelhas sem ferrão (meliponíneas) no Estado de Minas Gerais

 

PROJETO DE LEI Nº 225/2016 – Dispõe sobre a criação, o manejo, o comércio e o transporte de abelhas sociais nativas (MELIPONÍNEOS) no estado do Paraná

 

PROJETO DE LEI Nº 21.619/2015 – Dispõe sobre a criação, o comércio e o transporte de abelhas sociais sem ferrão (meliponíneos) no Estado da Bahia.

 

PROJETO DE LEI Nº 21.619/2015 – Dispõe sobre a criação, o comércio e o transporte de abelhas sociais sem ferrão (meliponíneos) no Estado da Bahia.

 

Meliponicultura, legislação – síntese

 

LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011

 

LEI Nº 16.171, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2013 – Dispõe sobre a criação, o comércio e o transporte de abelhas-sem-ferrão (meliponíneas) no Estado de Santa Catarina.

 

Lei Nº 14763 DE 23/11/2015 – Publicado no DOE em 24 nov 2015 – Dispõe sobre a criação, o comércio e o transporte de abelhas sem ferrão – meliponíneas – no Estado do Rio Grande do Sul.

 

L E I N° 7.565, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 – Dispõe sobre normas para licenciamento de estabelecimentos processadores, registro e comercialização de produtos artesanais comestíveis de origem animal e vegetal no Estado do Pará, e dá outras providências

 

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA Nº 07, DE 30 DE ABRIL DE 2015 – Institui e normatiza as categorias de uso e manejo da fauna silvestre em cativeiro, e define, no âmbito do IBAMA , os procedimentos autorizativos para as categorias estabelecidas

 

LEI Nº 3.465, DE 15 DE MAIO DE 2014 – Dispõe sobre o resgate, a captura e a remoção de abelhas silvestres nativas (meliponíneos) e da Apis mellifera (abelha doméstica com ferrão) no Município de Canela

 

INSTRUÇÃO NORMATIVA SEMA Nº 03, de 29 de setembro de 2014- Institui e normatiza a criação e conservação de meliponíneos nativos (abelhas sem ferrão), no Estado do Rio Grande do Sul

 

RESOLUÇÃO CONAMA nº 346, de agosto de 2004  – Disciplina a utilização das abelhas silvestres nativas, bem como a implantação de meliponários.

 

Breve relato da reunião no Ministério do Meio Ambiente realizada no dia 27/04/2017 sobre possível mudança e reformulação da Resolução 346 de 2004

 

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13 USOS SURPREENDENTES DO ARROZ – 13 SURPRISING USES FOR RICE

13 USOS SURPREENDENTES DO ARROZ – 13 SURPRISING USES FOR RICE

 

O arroz é um alimento básico, encontrado praticamente no mundo todo. O que muitos não sabem é que esse ingrediente tem outras fantásticas propriedades e pode ser usado para resolver diversos problemas domésticos do dia. Abaixo você encontra 14 formas de utilizar o arroz de forma eficiente e, o que é melhor, gastando muito pouco.

As Diversas Utilidades do Arroz

1. Alivia Dores Musculares

Se estiver com dores nos pés após um longo dia de trabalho, ou caso sofra com cãibras nessa região do corpo, o arroz pode ser seu aliado. Veja como é simples: pegue um par de meias e encha-os com arroz, mas deixando espaço suficiente para os pés. Feche as meias com um barbante e coloque-as no micro-ondas por 1 minuto (pode deixar por mais tempo caso queiram que estejam mais aquecidas). E sua compressa está pronta! Esta dica funciona muito bem porque o arroz mantém a temperatura por um bom tempo.

2. Limpar Vasos, Garrafas e Outros Recipientes de Vidro

Você tem aquele vaso de vidro super bonito em casa e, por mais que limpe, nunca parece estar totalmente limpo e transparente, principalmente o fundo. Limpar essa parte do vaso às vezes é um desafio. Mas o arroz pode ser a solução para resolver este problema! Despeje o equivalente a uma mão cheia de arroz no vaso, garrafa ou qualquer outro recipiente que queira limpar. Adicione água e um pouco de sabão e deixe ali por alguns minutos. Aquela sujeira persistente vai embora rapidinho.

3. Salvar Aparelhos Eletrônicos Molhados
As Diversas Utilidades do Arroz

Se o seu celular (ou outro aparelho eletrônico) caiu na água, ou alguém derramou bebida em cima dele, não entre em pânico. O arroz é uma boa saída para salvar seu aparelho. Desligue o seu dispositivo e remova a bateria ou outros partes que também estejam úmidas. Deixe tudo em um recipiente com arroz durante uma noite. Se o estrago não foi muito grande, você pode recuperar o seu aparelho com essa dica!

4. Entreter as Crianças

Filhos ou netos estão te levando à loucura com tanta agitação? Não se preocupe. Entretenha-as enquanto aguça a criatividade delas com essa simples dica. Pegue um recipiente qualquer, preferencialmente de plástico. Diga às crianças para decorá-lo do jeito que elas quiserem, de preferência bem coloridos. Depois, diga a elas para encher o recipiente com arroz, tampar e… pronto! Elas fizeram uma linda maraca! Isso vai mantê-las entretidas por um tempo.

5. Checar a Temperatura do Óleo

Para verificar se o óleo está quente o bastante para usá-lo – principalmente para frituras –, coloque alguns grão de arroz. Se o grão pular para a superfície do óleo e começar a fritar, então está pronto para uso. Esta dica é muito mais válida e confiável do que usar um termômetro de cozinha.

6. Amadurecer Frutas
As Diversas Utilidades do Arroz

Você foi ao supermercado ou à feira e comprou várias frutas, mas algumas delas ainda não estão boas o suficIente para consumo. Algumas demoram mais tempo para amadurecer. Para acelerar ese processo, deixe as frutas dentro de um recipiente com arroz. Esta dica funciona muito bem e o processo costuma ser rápido, então olhe com frequência antes que as frutes fiquem maduras e até estraguem.

7. Acabar Com a Umidade do Sal

Esta é uma boa dica para quem vive em um país úmido como o Brasil. Por causa da umidade do ar, o sal fica com um aspecto um pouco grudento, pegajoso. Isso dificulta o uso, pois muitas vezes o sal fica grudado nos dedos no momento de adicionar aquela pitadinha na comida. E é por isso que os restaurantes colocam grão de arroz no saleiro: os grãos sugam a umidade, evitando que o sal fique pegajoso e difícil de usar. É uma dica muito prática e com custo praticamente zero!

8. Brinquedo para o Gato de Estimação

Se o seu gato gosta de brincar com os objetos de decoração da sua casa, correndo o risco de quebrá-los, essa é uma boa dica para mantê-lo entretido com esse brinquedo de arroz. Faça um tipo de sachê ou uma pequena sacola com qualquer tipo de tecido, de preferência algum resistente às unhas do gato, e encha-o com arroz. Jogue para ele, que vai se divertir com o brinquedo novo!

9. Ferramentas Enferrujadas

Ferramentas podem enferrujar após um longo tempo expostas ao ar. A ferrugem resulta da oxidação do ferro. Para evitar que isso aconteça, basta colocar alguns punhados de arroz na caixa de ferramentas. Dessa forma, elas não ficarão enferrujadas.​

10. Limpar o Moedor de Café
As Diversas Utilidades do Arroz

Moedores de café ficam usualmente sujos e bem difíceis de limpar, com pó acumulado e até pedaços de grãos que grudam na superfície. Para limpá-lo completamente, basta seguir esta dica: coloque meio copo de arroz no moedor e ligue o processador. Deixe-o ligado até formar um pó, assim como o café. Não somente o moedor como as lâminas vão ficar limpinhas.

Muitos de nós normalmente colocamos mais água que o necessário ao preparar arroz (embora mais água é melhor que menos, pois assim não corre o risco de queimar!). Mas você não precisa jogar essa água fora, pois é bastante útil. Durante o cozimento, retire esse excesso de água e deixe esfriar. Deixe na geladeira. Você pude usar para lavar o rosto. A pele fica brilhante e saudável. O arroz integral é ainda mais vantajoso, pois é rico em vitamina E. O ideal é fazer esse procedimento a cada três dias.

12. Leite de Arroz

Esta é uma ótima alternativa ao leite comum. Tudo que você precisa é 1 copo de arroz, 4 copos de água mineral ou filtrada e poucas pitadas de sal. Bata no liquidificador por 1 minutos ou até os grãos dissolverem por completo. Leve à geladeira e você terá um leite natural, saboroso e, o que é melhor, livre de lactose.

13. Acessórios de Prata Brilhantes

Assim como as ferramentas, produtos de prata também passam pelo processo de oxidação. A prata fica fosca e manchada depois de um tempo. Para manter seus talheres e acessórios sempre brilhantes, siga essa dica: coloque um recipiente com arroz no lugar onde costuma guardar a prata. O arroz retarda esse processo de oxidação.

Fonte: Tudo por e-mail,  care2.com e Reader’s Digest

13 Surprising Uses for Rice

 

Rice isn’t just for dinner! This staple is a multi-purpose wonder: it keeps your feet warm, it rescues your fancy electronics, it does difficult cleaning jobs, and even keeps your pet entertained. Click through to read these and more clever ways to use rice.

 

 

Home & Pets.

1. Clean Dirty Vases and Other Unusually-Shaped Bottles. What’s that, you don’t have the world’s smallest hands? Cleaning vases and bottles with slender and unusually shaped necks is a total pain — until now. Drop in a couple tablespoons of rice, pour in some warm water, and let it soak for about 10 minutes. Then shake, shake, shake, pour it out, rinse, and marvel at your newly-cleaned vase.

2. Rescue Wet Electronics. As the ultimate klutz, I’ve had to use this trick more than once. When you drop your electronics in water, remove the battery if you can, and bury the phone in rice. Trust me, it works!

3. Make a Pet Toy. Make a small satchel, fill it with a combination of rice and catnip, sew it up, and watch your cat go nuts!

4. Clean Coffee and Spice Grinders. As much as we love them, keeping coffee and spice grinders clean can be a pain. Remedy that with rice: remove as much debris as you can, cover the area with rice, and run it through the grinder. The rice will magically absorb a lot of the buildup. Some of the country’s most prestigious roasters use this trick. It works especially well with instant rice!

 

 

Food.

5. Check if Oil is Hot Enough. Want to check the temperature of the oil you’re using to deep fry? All you need to do is drop a grain of rice into it. If the rice pops up to the surface of the oil and begins cooking, the oil is ready for frying. In my experience, it’s much more reliable than a deep fry thermometer.

6. Bake a Perfect Pie. Fancy stores sell $15 jars of pie weights, the little beads placed on unfilled crusts when you blind bake them. What a racket — rice works just as well. You wouldn’t want to cook with the rice afterward, but you can use them again as pie weights.

7. Keep Salt Separated. A classic restaurant trick: store a few grains of rice in your salt shaker to prevent that annoying clumping.

8. Ripen Fruit Faster. Just can’t wait for that fruit to ripe? Store fruit in a container of rice to speed up the ripening time. Just make sure to check on it twice a day so it doesn’t get too ripe. And yes, you can cook with the rice!

9. Make Rice Milk. DIY project alert! All it takes to make rice milk from scratch (other than rice, of course!) is water and salt. Click here for directions.

 

 

Health & Beauty.

10. Make a Heating Pad. Sew a little pouch with a natural fabric like cotton or wool. Fill the pouch up with some rice, sew it shut, and you’ve got yourself a heating pad. If you’re not feeling that ambitious, you can just fill an old sock with rice and tie the end close. When you’re ready to use the heating pad, heat it up in the microwave. It’ll stay warm for up to an hour.

11. Get Glowing Skin. If you’re like me, you just never get the amount of water right when you’re cooking rice. It always seems like there’s not enough water, and then you overcompensate and the rice is drowning. Don’t stress — save that leftover rice water and put it to use! Let it cool, refrigerate, and use to it wash your skin. For best results use brown rice water and use within 3 days. Apply it with a washcloth and rinse. Brown rice is high in vitamin E, and will give your skin that radiant glow it deserves.

12. Make Toasty Slippers for Cold Winter Nights. I once lived in a home with tile floors throughout. Nice in the summer, miserably cold in the winter. If only I knew about this great craft project then! Check out detailed instructions here.

13. Mittens, Too. Ooh! Best idea ever!

 

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GARRAFA DE ÁGUA ECOLÓGICA – ECOLOGICAL WATER BOTTLE

GARRAFA DE ÁGUA ECOLÓGICA – ECOLOGICAL WATER BOTTLE

Garrafa de água comestível que três estudantes de design  criaram!

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ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES DE ABELHAS NATIVAS – AMAMEL CONQUISTA CERTIFICAÇÃO FEDERAL

ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES DE ABELHAS NATIVAS – AMAMEL CONQUISTA CERTIFICAÇÃO FEDERAL

A Associação de Meliponicultores de Mandirituba (Amamel), Região Metropolitana de Curitiba, anunciou neste domingo (23), oficialmente, a obtenção da certificação do Serviço de Inspeção Federal (conhecida pela sigla S.I.F), que permitirá a comercialização, em locais públicos, do mel produzido pelas abelhas nativas sem ferrão. A conquista é resultado do trabalho conjunto de criadores e técnicos, com o apoio da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. Continuar lendo

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MEDICINA E ESPIRITUALIDADE – ARTIGOS A LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA

MEDICINA E ESPIRITUALIDADE – ARTIGOS A LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA

 

Interessantes artigos do blog Medicina e espiritualidade 

182 artigos – 37 autores  + de 500.000 acessos  assuntos os mais variados e interessantes

Ao clicar no nome do artigo ele vai para a página com o texto na íntegra

n Tema Autor Ano Mês
1 Doenças mentais à luz do espiritismo – Dr. Ricardo… Ricardo Di Bernardi 2005 Dezembro
2 Mediunidade e a saúde Sérgio Vencio 2005 Dezembro
3 DIABETES NA VISÃO ESPÍRITA -DR. JORCE CECÍLIO DAHE… Jorge Cecílio 2006 janeiro
4 NOVA PERCEPÇÃO DO CÉREBRO – ANEUPLOIDIA Sérgio Vencio 2006 janeiro
5 TRATAMENTO COM PASSES MAGNÉTICOS Sérgio Vencio 2006 janeiro
6 QUAL O PAPEL DA DOENÇA ? Sérgio Vencio 2006 janeiro
7 Estar Reencarnado! Prova de Amor Divino. Sérgio Vencio 2006 Fevereiro
8 O Transtorno Bipolar na Visão Espírita – Dr Luiz P… Luiz Paiva 2006 Fevereiro
9 VIVENDO O PRESENTE ! Sérgio Vencio 2006 Fevereiro
10 Porque uns fumam e adoecem e outros não? Sérgio Vencio 2006 Março
11 No momento do desencarne Sérgio Vencio 2006 Março
12 O Que Imaginamos Ser a Reencarnação é, Apenas, Mem… Ricardo Di Bernardi 2006 Abril
13 INSÔNIA Sérgio Vencio 2006 Abril
14 Victor Hugo, o Brasil e o espiritismo. Sérgio Vencio 2006 Maio
15 A triste escolha Sérgio Vencio 2006 Maio
16 Gestantes preparadas espiritualmente para o parto Maria das Dores Sousa Nunes 2006 Junho
17 Brasil : O futuro só a nós pertence? — Ricar… Ricardo Di Bernardi 2006 Julho
18 VERTER PARA A CARNE Sérgio Vencio 2006 Julho
19 Desdobramento espiritual – O sonho é o aquário da noite Sérgio Vencio 2006 Julho
20 Plenitude e Equilíbrio: Sabedoria para a mulher vi…Primavera Dagmar Ramos 2006 Agosto
21 Plenitude e Equilíbrio: Sabedoria para a mulher vi… Verão Dagmar Ramos 2006 Agosto
22 Plenitude e Equilíbrio: Sabedoria para a mulher vi…Outono Dagmar Ramos 2006 Agosto
23 Plenitude e Equilíbrio: Sabedoria para a mulher vi…Inverno Dagmar Ramos 2006 Agosto
24 A VERDADEIRA PROPRIEDADE Sérgio Vencio 2006 Setembro
25 Alcoolismo: Enfoque Paranormal  Ricardo Di Bernardi 2006 Outubro
26 Visão espiritualista dos tiques nervosos Ricardo Di Bernardi 2006 Novembro
27 A homossexualidade analisada pela ótica de uma pessoa espírita. – Dra Giselle Fachetti Giselle Fachetti 2006 Dezembro
28 Homossexualidade – Hélcio José Hélcio José 2006 Dezembro
29 Homossexualismo – Dr. Ivan Hervé Ivan Hervé 2006 Dezembro
30 Espiritismo e Esoterismo – Dra Giselle Fachetti Giselle Fachetti 2007 janeiro
31 Você foi aliado ou inimigo do dia que acaba de pas… Sérgio Vencio 2007 janeiro
32 Mutiladores da nossa cultura – Alamar Régis Carval… Alamar Régis 2007 janeiro
33 É morrendo que se vive para a vida eterna. Enfrent… Sérgio Vencio 2007 janeiro
34 Respeitar a dor vivendo o luto. Dra Giselle Fachet… Giselle Fachetti 2007 janeiro
35 NASCIMENTO DAS RELIGIÕES – DR. IVAN HERVÉ Ivan Hervé 2007 Fevereiro
36 Religião. Há necessidade? Sérgio Vencio 2007 Fevereiro
37 Gemelaridade e espiritualidade. Dra Giselle Fachet… Giselle Fachetti 2007 Fevereiro
38 Abortos Aparentemente Espontâneos, Provocados Ment… Ricardo Di Bernardi 2007 Fevereiro
39 ALIMENTAÇÀO DOS ESPÍRITOS – Ricardo di Bernardi Ricardo Di Bernardi 2007 Fevereiro
40 ALIENAÇÃO MENTAL E OBSESSÃO – Vitor Ronaldo Costa Vitor Ronaldo 2007 Fevereiro
41 OBSESSÕES COMPLEXAS POR APARELHOS PARASITAS: CONSI… Vitor Ronaldo 2007 Março
42 AUTOCONHECIMENTO Wani Ribeiro 2007 Março
43 Corrente de bençãos – Formando uma rede intercessó… Sérgio Vencio 2007 Abril
44 Cura e doença espiritual. Entendendo o processo. Sérgio Vencio 2007 Abril
45 CONGRESSO MÉDICO ESPÍRITA DE 2007 Sérgio Vencio 2007 Abril
46 A RAZÃO DA REVELAÇÃO ESPIRITUAL  Giselle Fachetti 2007 Abril
47 O médico deve prescrever a prece como tratamento ? Sérgio Vencio 2007 Maio
48 Sempre é hora de relembrar o compromisso assumido … Sérgio Vencio 2007 Junho
49 Aborto – O outro lado da moeda Sérgio Vencio 2007 Junho
50 Enjôos e desejos da gestante na visão espírita  Ricardo Di Bernardi 2007 Agosto
51 Gravidez sem feto – Dra Giselle Fachetti Giselle Fachetti 2007 Setembro
52 Fecundação: início da formação de um novo ser – Dr… Cristiane Assis 2007 Setembro
53 Sobre a Legitimidade do aborto no estupro. Dra CEC… Cecília Alvarenga 2007 Setembro
54 A influência do corpo espiritual na formação do co… Giselle Fachetti 2007 Setembro
55 Preparando-se para a volta. Sérgio Vencio 2007 Setembro
56 Cuidados Periconcepcionais – Dra Cristiane Assis Cristiane Assis 2007 Setembro
57 Abortos Aparentemente Espontâneos Provocados Mentalmente pela Mãe Ricardo Di Bernardi 2007 Outubro
58 Reencarnação de suicidas Giselle Fachetti 2007 Dezembro
59 Há uma causa espiritual para o diabetes? Sérgio Vencio 2008 janeiro
60 Destino – Dr Ricardo Di Bernardi Ricardo Di Bernardi 2008 janeiro
61 Estresse e espiritualidade Marlene Nobre 2008 janeiro
62 Auto-obsessão. Porque insistimos em nos sabotar? Sérgio Vencio 2008 Fevereiro
63 Rituais e rotinas Giselle Fachetti 2008 Fevereiro
64 Cuidando de um filho com doença grave. Sérgio Vencio 2008 Março
65 O desdobramento espiritual coletivo. Giselle Fachetti 2008 Março
66 PORQUE O MAGNETISMO Dezir Vencio 2008 Abril
67 Bolsão do passado. Dra Giselle Fachetti Giselle Fachetti 2008 Agosto
68 Animismo e Mediunidade em Crianças – Ricardo Di Bernardi 2008 Agosto
69 A INTOLERÂNCIA Sérgio Vencio 2008 Outubro
70 XIFÓPAGOS E REENCARNAÇÃO – Dr. Ricardo Di Bernardi… Ricardo Di Bernardi 2008 Novembro
71 SER DOENTE OU ESTAR DOENTE? EIS A QUESTÃO Sérgio Vencio 2008 Novembro
72 JESUS PSICOTERAPEUTA. Luiz Paiva 2008 Dezembro
73 Jesus e os fluidos. Jacob Melo Jacob Melo 2009 janeiro
74 FAZENDO DE 2009 UM ANO DIFERENTE Sérgio Vencio 2009 janeiro
75 APOMETRIA É ESPIRITISMO? Vitor Ronaldo Vitor Ronaldo 2009 Fevereiro
76 Um médico no Além Luiz Paiva 2009 Fevereiro
77 Epilepsia – Dr. Ricardo Di Bernardi Ricardo Di Bernardi 2009 Abril
78 Perdas: luto, elaboração e sublimação Luiz Paiva 2009 Abril
79 DOENÇAS CRÔNICAS E O CONHECIMENTO DA CAUSA A LUZ D Vitor Ronaldo 2009 Maio
80 SUBJUGAÇÃO ESPIRITUAL UM SÉRIO DESAFIO ÀS CIÊNCIAS… Vitor Ronaldo 2009 Junho
81 Morte Prematura – Entender para aceitar. Sérgio Vencio 2009 Julho
82 OBSESSÃO ESPIRITUAL INFANTIL Vitor Ronaldo 2009 Agosto
83 A arte de não fazer nada. Sérgio Vencio 2009 Setembro
84 Pedofilia na visão espírita  Ricardo Di Bernardi 2009 Setembro
85 Espiritualidade, religiosidade e psicoterapia Júlio Peres 2009 Outubro
86 A psicografia é válida? – Dr. Ivan Hervé Ivan Hervé 2009 Novembro
87 Educação Pré-Natal do Feto Ricardo Di Bernardi 2009 Novembro
88 CONSTRUINDO UM 2010 SAUDÁVEL Sérgio Vencio 2009 Dezembro
89 BEZERRA DE MENEZES: O APÓSTOLO DA CIÊNCIA ESPÍRITA. Vitor Ronaldo 2009 Dezembro
90 Visão energética e espiritual da gestação Ricardo Di Bernardi 2010 janeiro
91 DEUS Ivan Hervé 2010 Fevereiro
92 A saga heróica dos desbravadores do bem  Vitor Ronaldo 2010 Março
93 Jovens usuários de maconha tem maior chance de ter psicose Sérgio Vencio 2010 Março
94 ENDOMETRIOSE Giselle Fachetti 2010 Abril
95 XAMANISMO Ivan Hervé 2010 Abril
96 Espiritualidade no paciente em diálise: o nefrologista deve abordar Giancarlo Luchetti 2010 Maio
97 Homeopatia, o que é e como funciona? Ricardo Di Bernardi 2010 Maio
98 Gêmeos Univitelinos Ricardo Di Bernardi 2010 Julho
99 V Congresso de Saúde e Espiritualidade de MG Sérgio Vencio 2010 Julho
100 HPV – o que um olhar espiritualizado pode nos ensinar Giselle Fachetti 2010 Julho
101 A dor da perda. Sérgio Vencio 2010 Setembro
102 A proximidade do fim de ano trazendo esperanças renovadas Sérgio Vencio 2010 Novembro
103 Ter ou não ter filhos e Reencarnação  Ricardo Di Bernardi 2011 janeiro
104 Suicídio – Um problema sistêmico. Como quem fica deve agir? Sérgio Vencio 2011 Março
105 Jornada médico-espírita de Goiás – Dra Giselle Fac… Giselle Fachetti 2011 Abril
106 Chico Xavier fala sobre Mediunidade Sérgio Vencio 2011 Abril
107 1o Símpósio Goiano de Medicina e Espiritualidade Sérgio Vencio 2011 Abril
108 Existe matéria no mundo espiritual?  Ricardo Di Bernardi 2011 Abril
109 Questões sobre um Atentado Terrorista Ricardo Di Bernardi 2011 Maio
110 Tratamento espiritual das doenças físicas Sérgio Vencio 2011 Maio
111 Onívoros ou viciados em carne?  Giselle Fachetti 2011 Maio
112 Curas efetuadas por Jesus espirito.org.br 2011 Julho
113 Síndrome do Pânico na Visão Espírita – Entrevista … Jaider Rodrigues 2011 Agosto
114 Meu filho nasceu doente. Castigo ou oportunidade? Sérgio Vencio 2011 Agosto
115 A depressão é falta de Deus? – Dra Giselle Fachett… Giselle Fachetti 2011 Outubro
116 Mediunidade – Amor em serviço. Sérgio Vencio 2011 Outubro
117 “Ponto Deus” no cérebro Leonardo Boff 2011 Outubro
118 Estrutura do Corpo Espiritual em Espírito de Evolução mediana Ricardo Di Bernardi 2011 Dezembro
119 Porque as casas espíritas tem tantos problemas? Sérgio Vencio 2012 janeiro
120 OS AVANÇOS DA BIOLOGIA PERANTE O ESPIRITISMO Jorge Cecílio 2012 Fevereiro
121 NAS FRONTEIRAS DA EPILEPSIA Nubor Facure 2012 Fevereiro
122 Gratidão – Um novo olhar sobre a vida Geraldo Campetti 2012 Março
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129 Terror Noturno  Ivan Hervé 2012 Junho
130 O planeta Arco-íris – Relato de uma viagem astral Giselle Fachetti 2012 Agosto
131 Entendendo os chacras – Parte II Sérgio Vencio 2012 Novembro
132 Entendendo os chakras – Parte I Sérgio Vencio 2012 Novembro
133 Ciência e espiritualidade Sérgio Vencio 2012 Novembro
134 Estudo apométrico de dez casos interessantes. Ivan Hervé 2012 Novembro
135 Entendendo os chacras. Parte V. O que significa al… Sérgio Vencio 2012 Dezembro
136 Entendendo os chacras – Parte IV. Como os chacras … Sérgio Vencio 2012 Dezembro
137 Entendendo os chacras – Parte III Sérgio Vencio 2012 Dezembro
138 Analisando se nossos conhecimentos nos ajudam a crescer Sérgio Vencio 2013 janeiro
139 2013, tempo de esperança e certeza. Sérgio Vencio 2013 janeiro
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141 Casos especiais. Dr. Ivan Herve Ivan Hervé 2013 Março
142 ENERGIA – A consciência escolhe! Milton Moura 2013 Março
143 Dinâmica Energética no Resgate coletivo Ricardo Di Bernardi 2013 Maio
144 “As Ordens da Ajuda”, segundo Bert Hellinger. Dagmar Ramos 2014 janeiro
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148 Utilizando os nosso talentos Sérgio Vencio 2014 Agosto
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170 Energia Sexual e Namoro  Ricardo Di Bernardi 2016 Junho
171 Fotografia do pensamento Allan Kardec 2016 Agosto
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176 A escuta e a fala. Sérgio Vencio 2016 Outubro
177 Hipertensão: a causa está no espírito AME – Paraná 2016 Outubro
178 Nova escala de ‘comida para o cérebro’ destaca os melhores nutrientes para depressão American Psychiatric Association 2016 Dezembro
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181 Casamentos Provacionais  Ricardo Di Bernardi 2017 Abril
182 Tratamento espiritual do câncer. O papel do Duplo etérico Sérgio Vencio 2017 Abril

Fonte: Blog Medicina e Espiritualidade

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ABELHA SEM FERRÃO

 

ABELHA SEM FERRÃO

Coletando o mel da flor da mostarda (fotografado de Areacode, Kerala, India)

As abelhas sem ferrão , às vezes chamadas abelhas melíferas ou simplesmente meliponinas , são um grande grupo de abelhas (cerca de 500 espécies), compreendendo a tribo Meliponini [1] (ou subtribo Meliponina de acordo com outros autores [2] ). Eles pertencem à família Apidae , e estão intimamente relacionados com abelhas comuns,abelhas de carpinteiro , abelhas de orquídeas e zangões . [3] Meliponines têm stingers, mas são altamente reduzidos e não podem ser usados ​​para a defesa. Meliponinas não são o único tipo de abelha “sem ferrão”; Todas as abelhas machos e muitas abelhas de várias outras famílias, como Andrenidae , também não pode picar. [1]

Localização

As abelhas Stingless podem ser encontradas na maioria das regiões tropicais ou subtropicais do mundo, como Austrália, África , Sudeste Asiático e América tropical. [1] [2] A maioria das abelhas eusocial nativas da América Central e do Sulsão abelhas sem ferrão, embora apenas alguns deles produzam mel em uma escala tal que são cultivadas por seres humanos. [4] [5] São igualmente completamente diferentes em África , including Madagascar , [6] e são cultivados lá também; Meliponina mel é estimado como um medicamento em muitas comunidades Africano, bem como na América do Sul. [7]

Comportamento 

Sendo tropical , as abelhas sem ferrão são ativas durante todo o ano, embora sejam menos ativas em climas mais frios, com algumas espécies apresentando diapausa . [8] [9] Ao contrário de outras abelhas eusocial, eles não picam, mas defenderão mordendo se seu ninho é perturbado. Além disso, alguns (no gênero Oxytrigona ) têm secreções mandibulares que causam bolhas dolorosas. Apesar de sua falta de picada , as abelhas sem ferrão, sendo eusocial, podem ter colônias muito grandes feitas formidáveis ​​pelo número de defensores. [10]

Colmeias [ editar ]

Colmeias contendo colôniasHeterotrigona itama .

As abelhas sem ferrugem geralmente aninham-se em troncos ocos, ramos de árvores, cavidades subterrâneas ou fendas de rochas, mas também foram encontradas em cavidades de parede, caixotes de lixo antigos, medidores de água e tambores de armazenamento. Muitos apicultores mantêm as abelhas em sua colméia de log original ou transferi-las para uma caixa de madeira, pois isso facilita o controle da colméia. Alguns apicultores colocá-los em bambus, vasos, conchas de coco e outros recipientes de reciclagem, como um jarro de água, uma guitarra quebrada e outros recipientes seguros e fechados. [11] [12] [13]

As abelhas armazenam pólen e mel em vasos grandes, em forma de ovo feitos de cera (tipicamente) misturados com vários tipos de resina vegetal; Esta combinação é por vezes referida como “cerumen” (que é, aliás, o termo médico paraearwax ). Estes vasos são frequentemente dispostos em torno de um conjunto central de favos de ninhada horizontais, onde as larvas são alojadas. Quando as abelhas operárias emergem de suas células, tendem a permanecer inicialmente dentro da colméia, desempenhando diferentes tarefas. Quando os trabalhadores envelhecem, eles se tornam guardas ou forrageiros. Ao contrário das larvas de abelhas e de muitas vespas sociais, as larvas de meliponina não são alimentadas ativamente por adultos ( aprovisionamento progressivo ). O pólen e o néctar são colocados numa célula, dentro da qual é colocado um ovo, e a célula é selada até que a abelha adulta emerge após a pupação (aprovisionamento em massa ). Em qualquer momento, as colmeias podem conter 300-80.000 trabalhadores, dependendo das espécies.

Castas

Em um sentido simplificado, o sexo de cada abelha depende do número de cromossomos que recebe. As abelhas fêmeas têm dois conjuntos de cromossomos ( diploid ) – um conjunto da rainha e outro de um dos machos abelhas ou drones . Drones têm apenas um conjunto de cromossomos ( haploid), e são o resultado de ovos não fertilizados, embora endogamia pode resultar em drones diploid.

Ao contrário das verdadeiras abelhas, cujas abelhas podem tornar-se trabalhadores ou rainhas dependendo estritamente do tipo de alimento que recebem como larvas (as rainhas são alimentadas com geléia real e os trabalhadores são alimentados com pólen), o sistema de castas em meliponinas é variável e comumente baseado simplesmente em A quantidade de pólen consumido; Maiores quantidades de pólen produzem rainhas no gênero Melipona .Também ocorre um componente genético, e até 25% [14] (tipicamente 5-14%) das fêmeas podem ser rainhas. As células da rainha no primeiro caso podem ser distinguidas de outras pelo seu tamanho maior, uma vez que são estocadas com mais pólen, mas neste último caso, as células são idênticas às células operárias e espalhadas entre a ninhada operária. Quando as rainhas novas emergem, deixam tipicamente para acoplar, ea maioria morre. [15] Novos ninhos não são estabelecidos por enxames, mas por uma procissão de trabalhadores que gradualmente construir um novo ninho em um local secundário. O ninho é então unido por uma rainha recém-acasalada, altura em que muitos trabalhadores ocupam residência permanente e ajudar a nova rainha a criar seus próprios trabalhadores.Se uma rainha governante é ela mesma fraca ou morrendo, então uma nova rainha pode substituí-la. Para Plebeia quadripunctata , embora menos de 1% das células operárias produzem rainhas anãs, elas compõem seis das sete abelhas rainhas, e uma de cinco procede a colônias de cabeça própria. Eles são reprodutivamente ativos, mas menos fecundos do que rainhas grandes. [15]

Abelhas sem ferrão da Austrália 

Das 1600 espécies de abelhas selvagens nativas da Austrália, cerca de 14 são stingless. [16] Estas espécies carregam uma variedade dos nomes, including abelhas nativas australianas, abelhas nativas, abelhas do sugar-bag, e abelhas do suor (porque aterrarão em uma pessoa sweaty para beber em épocas ou em áreas secas). Todos são pequenos e de cor preta, com pernas longas e peludas para transportar néctar e pólen ; Por causa do último, são confundidos às vezes paraabelhas . As várias espécies sem ferrão parecem bastante semelhantes, com as duas espécies mais comuns, Trigona carbonaria e Austroplebeia australis , apresentando a maior variação, pois esta é menor e menos ativa. Ambos habitam a área em torno de Brisbane .

Como abelhas sem ferrão são inofensivos para os seres humanos, eles se tornaram uma adição cada vez mais atraente para o quintal suburbano. A maioria meliponine apicultores não manter as abelhas para o mel , mas sim para o prazer de conservar uma espécie nativa cujo habitat original está a diminuir devido ao desenvolvimento humano. Em contrapartida , as abelhas polinizam culturas, flores de jardim e arbustos durante a busca de néctar e pólen. Enquanto um número de apicultores preenchem um nicho de mercado pequeno para o mel do arbusto, os meliponines nativos produzem somente quantidades pequenas ea estrutura de suas colmeias faz o mel difícil de extrair. Apenas em áreas quentes da Austrália, como Queensland e norte da Nova Gales do Sul pode as abelhas produzir mais mel do que eles precisam para sua própria sobrevivência. Colher mel de um ninho em uma área mais fria pode enfraquecer ou mesmo matar o ninho.

Produção de mel 

Em áreas quentes da Austrália, estas abelhas podem ser usadas para a produção de mel menor. Eles também podem ser mantidos com sucesso em caixas nessas áreas. Métodos especiais estão sendo desenvolvidos para colher quantidades moderadas de mel de abelhas sem ferrão nessas áreas sem causar danos.

Como a abelha mel europeia ( Apis mellifera ), que fornece a maior parte do mel comercialmente produzido na Austrália, as abelhas sem ferrão têm áreas ampliadas em suas patas traseiras para transportar o pólen de volta para a colméia. Após uma expedição foraging, estas cestas do pólen ou corbiculae podem ser consideradas enchidas completamente do pólen brilhante alaranjado ou amarelo. As abelhas sem ferrão também coletam o néctar, que armazenam em uma extensão de seu intestino chamado uma colheita . De volta à colmeia, as abelhas amadurecem ou desidratam as gotas de néctar, girando-as dentro de suas partes bucais até que o mel seja formado. A maturação concentra o néctar e aumenta o teor de açúcar, embora não seja tão concentrado quanto o mel das verdadeiras abelhas; É muito mais fino na consistência, e mais propenso a estragar.

As abelhas Stingless armazenam seu mel aromático em grupos de potenciômetros pequenos da resina perto das extremidades do ninho. Para a produção de mel, as abelhas precisam ser mantidas em uma caixa especialmente concebida para tornar as lojas de mel acessível sem danificar o resto da estrutura do ninho. Alguns projetos recentes da caixa para a produção do mel fornecem um compartimento separado para as lojas do mel assim que os potenciômetros do mel podem ser removidos sem derramar o mel em outras áreas do ninho. Ao contrário de uma colméia de abelhas comerciais, que pode produzir 75 kg de mel por ano, uma colméia de abelhas australianas sem ferrão produz menos de 1 kg. Stingless mel de abelha tem um distintivo “arbusto” gosto – uma mistura de doce e azedo com um toque de fruta. O sabor vem de resinas de plantas – que as abelhas usam para construir suas colmeias e potes de mel – e varia em diferentes épocas do ano, dependendo das flores e árvores visitadas.

Polinização 

Os agricultores australianos dependem fortemente da abelha de mel ocidental introduzida para polinizar as suas culturas. No entanto, para algumas culturas, as abelhas nativas podem ser melhores polinizadoras. As abelhas sem ferrão têm demonstrado ser valiosas polinizadoras de culturas como macadâmias e mangas .Eles também podem beneficiar morangos, melancias, citrinos, abacates, lichias e muitos outros. A pesquisa sobre o uso de abelhas sem ferrão para a polinização de culturas na Austrália ainda está em seus estágios iniciais, mas essas abelhas mostram grande potencial. Estudos da Universidade de Western Sydney [17]mostraram a capacidade dessas abelhas excelente para trabalhar em áreas confinadas, como estufas.

Abelhas sem ferrão do Brasil

Abelha Meliponini não identificada (provavelmente Trigona spinipes ), coberta de pólen , visitando uma flor da esponja vegetal ( Luffa cylindrica ) emCampinas , Brasil

O Brasil é o lar de várias espécies de abelhas sem ferrão pertencentes a Meliponini, com mais de 300 espécies já identificadas e provavelmente ainda mais a ser descoberto. Eles variam muito em forma, tamanho e hábitos, e 20 a 30 dessas espécies têm um bom potencial como produtores de mel. Embora eles ainda são bastante desconhecidos pela maioria das pessoas, um número crescente de apicultores foram dedicados a estas abelhas em todo o país. Esta atividade tem experimentado um crescimento significativo desde agosto de 2004, quando as leis nacionais foram alteradas para permitir que as colônias de abelhas nativas fossem comercializadas livremente, o que anteriormente era proibido em uma tentativa malsucedida de proteger essas espécies. Hoje em dia a captura ou destruição de colônias existentes na natureza ainda é proibida, e apenas novas colônias formadas pelas próprias abelhas em armadilhas artificiais podem ser coletadas da natureza. A maioria das colônias comercializadas é produzida artificialmente por apicultores autorizados, através da divisão de colônias cativas já existentes. Além da produção de mel, as abelhas sem ferrão brasileiras, como a irapuá (Trigona spinipes ), servem como grandes polinizadores de plantas tropicais e são consideradas o equivalente ecológico da abelha. [18]

Além disso, está sendo feito muito trabalho prático e acadêmico sobre as melhores maneiras de manter essas abelhas, multiplicando suas colônias e explorando o mel que produzem. Entre outras, espécies como jandaíra ( Melipona subnitida ) euruçu ( Melipona scutellaris ) no nordeste do país, mandaçaia ( Melipona quadrifasciata ) e uruçu amarelo ( Melipona rufiventris ) no sul-sudeste, tiúba ou jupará ( Melipona interrupta [19] ) e abelha de palha ( Scaptotrigona polysticta ) no norte e jataí ( Tetragonisca angustula ) em todo o país são cada vez mais mantidos por pequenos, médios e grandes produtores. Muitas outras espécies como o Mandaguari ( Scaptotrigona postica ), o Guaraipo ( Melipona bicolor ) eo Iraí ( Nannotrigona testaceicornis ), para mencionar alguns, também são criados em menor escala. Através do cultivo de mel ou venda de colônias, manter abelhas sem ferrão é uma atividade cada vez mais rentável. Uma única colônia de espécies como mandaçaia e uruçu verdadeiro pode ser dividida até quatro vezes por ano, e cada uma das novas colônias obtidas desta forma pode ser vendida por cerca de US $ 100.

Melipona capixaba é a única espécie de abelhas sem ferrão incluída na lista de espécies ameaçadas do Ministério do Meio Ambiente do Brasil.

Produção de mel

Embora as colônias da maioria dessas abelhas sejam muito menores do que as da abelha européia, a produtividade por abelha pode ser bastante alta, com colônias contendo menos de mil abelhas sendo capaz de produzir até 4 litros (um galão americano ) De mel todos os anos. Provavelmente, o campeão mundial na produtividade do mel, o Manduri ( Melipona marginata ), vive em enxames com apenas cerca de 300 indivíduos, mas mesmo assim, pode produzir até 3 litros de mel por ano nas condições certas. Uma das mais pequenas entre todas as abelhas do gênero Melipona , com comprimentos variando de 6 a 7 mm, está sendo usada em alguns países como o Japão ea Alemanha como polinizadora de estufas. Embora eles não tendem a atacar se não for molestado, quando sentem que o ninho está sob ameaça, a reação dessas minúsculas abelhas é violenta, e suas fortes mandíbulas podem penetrar a pele humana.

As espécies do gênero Scaptotrigona possuem colônias muito grandes, com até 20.000 indivíduos, podendo produzir de 8 a 12 litros de mel por ano, mas são um pouco agressivas e, portanto, pouco populares entre os apicultores meliponinos brasileiros. Alguns grandes criadores possuem mais de 3.000 colméias das espécies domesticas mas ainda altamente produtivas no gênero Melipona , como a tiúba , o verdadeiro uruçu ea jandaíra , cada uma com 3.000 ou mais abelhas por colônia. Eles podem produzir mais de 1,5 toneladas de mel a cada ano. Em grandes fazendas de abelhas, apenas a disponibilidade de flores limita a produção de mel por colônia. Seu mel é considerado mais saboroso porque não excessivamente doce, e também é pensado para ter propriedades medicinais mais pronunciadas do que mel de abelhas do gênero Apis devido ao maior nível de substâncias antimicrobianas. Como resultado, o mel de abelhas sem ferrão retorna lucros muito elevados, com preços tanto quanto 5-10 vezes maior do que aqueles para o mel mais comum produzido por abelhas européias ou africanizadas.Contudo, é necessário um número muito maior de colméias para produzir quantidades de mel comparáveis ​​às de abelhas europeias ou africanizadas. Além disso, devido ao fato de aquelas abelhas armazenar mel em vasos de cerume em vez de favos de mel padronizados como na criação de abelhas faz extração muito mais difícil e trabalhoso.

O mel das abelhas sem ferrão tem uma cor mais clara e um teor de água mais elevado, de 25% para 35%, em comparação com o mel do género Apis . Isso contribui para o seu gosto menos cloying, mas também faz com que ele estragar mais facilmente. Assim, para comercialização, este mel precisa ser processado por dessecação ou pasteurização. Em seu estado natural, ele deve ser mantido sob refrigeração.

Abelhas como animais de estimação  – Pets

Um enxame de abelhas mandaçaias ao redor de uma colmeiaartificial instalada no quintal de uma casa no Brasil

Devido à falta de um stinger funcional e comportamento não agressivo característico de muitas espécies brasileiras de abelhas sem ferrão, eles podem ser criados sem problemas em ambientes densamente povoados, como cidades, desde que flores suficientes estão à sua disposição nas proximidades. Alguns criadores (meliponicultors) podem produzir o mel mesmo nos apartamentos até o 12o assoalho. [20]

Apesar de serem em geral bastante pacíficas, com exceção de algumas espécies como a tubuna ( Scaptotrigona bipunctata), a maioria das meliponinas brasileiras reagirão se suas colmeias forem molestadas, mordendo com suas mandíbulas, enredando-se no cabelo, tentando entrar nos ouvidos Ou o nariz, e liberando a própolis ou mesmo o ácido sobre seus agressores.

Algumas espécies, no entanto, são mais adequadas para a criação em casa como animais de estimação. As mandaçaia são extremamente mansas, não atacando os humanos mesmo quando suas colméias são abertas para a extração de mel ou divisão de colônias. Eles formam colônias pequenas, gerenciáveis ​​de apenas 400-600 indivíduos. Ao mesmo tempo, uma única colmeia racional de mandaçaia pode produzir até 4 litros de mel por ano, tornando a espécie muito atraente para os proprietários de casa. São abelhas relativamente grandes, de até 11 mm de comprimento e, como resultado, têm um melhor controle do calor corporal, permitindo-lhes viver em regiões onde as temperaturas podem cair um pouco abaixo de 0 ° C. No entanto, eles são um pouco seletivo sobre quais as flores que irão visitar, preferindo a flora que ocorre em seu ambiente natural. Portanto, são difíceis de manter fora de sua região de origem, ao longo da costa leste do Brasil, a partir do estado da Bahia sul.

Outras espécies, como a tiúba eo uruçu verdadeiro , também são muito mansas e altamente produtivas. Suas colônias têm de 3000-5000 indivíduos (para comparação, a população de enxames de abelhas podem atingir 80000 indivíduos) e pode produzir até 10 litros de mel por ano. Eles podem ser facilmente mantidos em casa, mas só sobreviverá em regiões com clima quente, com suas larvas a morrer a temperaturas inferiores a 12 ° C. O uruçu amarelo, no entanto, pode sobreviver a temperaturas inferiores a 0 ° C, e suas colônias, com cerca de 3.500 indivíduos, podem produzir até 6 litros de mel por ano. Mas esta espécie reagirá com poderoso beliscando se seus ninhos forem molestados, e geralmente eles só são mantidos por meliponicultors profissionais.

Outra espécie adequada para se manter em casa é a guaraipo ( Melipona bicolor ). Também é bastante manso, nunca atacando o apicultor, e suas colônias têm menos de 600 indivíduos. Eles podem suportar temperaturas de até -10 ° C, e cada colônia pode produzir mais de 3 litros (0,79 US galões) de mel por ano. Suas colônias geralmente têm mais de uma rainha de cada vez (geralmente dois ou três, mas às vezes até cinco), um fenômeno chamado polygyne . Uma vez muito comum, o guaraipo é agora bastante raro na natureza, principalmente devido à destruição de suas florestas nativas no sudeste do Brasil.

Outros grupos de abelhas sem ferrão brasileiras, os gêneros Plebeia e Leurotrigona , são também muito mansos e muito menores, sendo que um deles ( Plebeia minima ) não atinge mais de 2,5 mm de comprimento , e os lambe -olhos, Leurotrigona muelleri , Sendo ainda menor, não superior a 1,5 mm. Muitas dessas espécies são conhecidas como mirim (miúdo), e podem ser mantidas em pequenas colméias artificiais, sendo assim de interesse para os detentores que os querem como polinizadores em estufas ou apenas por prazer de ter uma colônia de abelhas “brinquedo” em casa. Sendo tão pequenas, estas espécies produzem apenas uma quantidade muito pequena de mel, normalmente menos de 500 ml por ano, por isso não são interessantes para a produção comercial de mel.

Tubo de entrada da colônia dejataís : As abelhas jatai construir um tubo de cera na entrada de seu ninho.

Pertencendo ao mesmo grupo, os jatai ( Tetragonisca angustula ), a marmelada ( Frieseomelitta varia ) ea moça-branca (Frieseomelitta doederleini ) são de tamanho intermédio entre as espécies muito pequenas e a abelha europeia. São espécies muito adaptáveis; O jataí , e pode ser criado em muitas regiões e ambientes diferentes, sendo bastante comum na maioria das cidades brasileiras. O jataí pode morder quando molestado , mas suas mandíbulas são fracas, e na prática sãoinofensivas , enquanto a marmelada e moça-branca geralmente depositam própolis sobre seus agressores. Produzindo até 1,5 litros de mel por ano, seu mel é considerado entre os melhores de abelhas sem ferrão. Na verdade, o jataí foi uma dasprimeiras espécies a serem mantidas por apicultores em casa. Seus ninhos podem ser facilmente identificados em árvores ou cavidades de parede pelo tubo de cera que eles construem na entrada, geralmente guardado por algumas abelhas soldado, que são mais fortes do que abelhas operárias regulares. A marmelada e o moça-branca fazem um pouco menos de mel, mas é mais denso e mais doce que a maioria das outras abelhas sem ferrão e é considerado muito saboroso.

Abelhas sem ferrão maia da América Central 

Colmeia de abelhas sem ferrão: Um pedaço de tronco oco fornece um lar para abelhas meliponinas emBelize .

As abelhas sem ferrão Melipona beecheii e M. yucatanica são as únicas abelhas nativas cultivadas em qualquer grau na América Central. Eles eram extensivamente cultivados pela civilização maia para o mel, e considerados sagrados. Eles continuam a ser cultivados pelos povos maia modernos, embora essas abelhas estejam em perigo devido ao desmatamento maciço, práticas agrícolas alteradas (especialmente inseticidas ) e as práticas de apicultura em mudança com a chegada daabelha africanizada , que produz colheitas de mel muito maior.

História [ editar ]

Os meliponines nativos ( M. beecheii que é o favorito) foram mantidos pelo Maya da planície por milhares de anos. O nome da língua do Maya de Yucatec para esta abelha é kab do xunan , significando “a abelha da senhora (real, nobre)”. [21] As abelhas eram uma vez o assunto de cerimónias religiosas e eram um símbolo do abelha-deus Ah-Muzen-Cab , sabido do Codex de Madrid .

As abelhas eram, e ainda são, tratadas como animais de estimação. As famílias teriam uma ou várias colméias penduradas em suas casas. Embora sejam stingless, as abelhas mordem e podem deixar welts similar a uma mordida do mosquito. A maneira tradicional de coletar as abelhas, ainda privilegiada entre os habitantes locais, é encontrar uma colméia selvagem, em seguida, o ramo é cortado em torno da colméia para criar um log portátil, envolvendo a colônia. Este log é então tampado em ambas as extremidades com outro pedaço de madeira ou cerâmica e selado com lama. Este método inteligente mantém as abelhas melipina de misturar sua ninhada, pólen e mel no pente mesmo como fazem as abelhas europeus. A ninhada é mantida no meio da colmeia, eo mel é armazenado em “panelas” verticais nas bordas externas da colméia. Uma tampa temporária, substituível no final do registro permite o acesso fácil ao mel ao fazer o dano mínimo à colmeia.Entretanto, os manipuladores inexperientes podem ainda fazer dano irreversible a uma colmeia, fazendo com que a colmeia enxame e fuga do registro. Com a manutenção adequada, porém, colmeias foram registrados como duradouro mais de 80 anos, sendo transmitida através de gerações. No registro archaeological de Mesoamerica, os discos da pedra foram encontrados que são considerados geralmente ser os tampões dos registros long-desintegrados que abrigaram uma vez as colmeias.

Tulum 

Tulum , o local de uma cidade pre-Columbian do Maya na costa do Cararibe 130 quilômetros de sul de Cancun, tem um deus descrito repetidamente todo o local.De cabeça para baixo, ele aparece como uma figura pequena sobre muitas entradas e entradas. Um dos templos, o “Templo del Dios Descendente” ou o Templo do Deus Descendente, fica apenas à esquerda da praça central. A especulação é que ele pode ser o “Deus da Abelha”, Ah Muzen Cab, como visto no Codex Madrid.É possível que este fosse um centro religioso / comercial com ênfase em xunan kab , a “senhora real”.

Usos econômicos

O Balché , uma bebida alcoólica mesoamericana tradicional, semelhante ao hidromel , era feito de mel fermentado e da casca do legheiro ( Lonchocarpus violaceus), daí o nome. [22] Foi tradicionalmente fabricado em canoa. A bebida era conhecida por ter propriedades enteogênicas, isto é, para produzir experiências místicas, e era consumida em práticas medicinais e rituais. Os apicultores colocariam os ninhos perto da planta psicoativa Turbina corymbosa e possivelmente perto debalché , forçando as abelhas a usar o néctar dessas plantas para fazer seu mel. [22] Além disso, cervejeiros iria adicionar extratos da casca do balché árvore para a mistura de mel antes da fermentação. A bebida resultante é responsável pelos efeitos psicotrópicos quando consumida, devido aos compostos de ergolina no pólen do T. corymbosa , ao néctar de Melipona colhido das flores de balché ou aos compostos alucinógenos da casca de balche .

A fundição de cera perdida , um método de metal comum normalmente encontrado onde os habitantes mantêm abelhas, também foi usado pelos maias. A cera deMelipona é macia e fácil de trabalhar, especialmente na planície úmida úmida. Isso permitiu que os maias criassem pequenas obras de arte, jóias e outros metais que seriam difíceis de falsificar. Faz também uso das sobras da extração do mel. Se a colméia foi danificada além da reparação, o todo do pente poderia ser usado, usando assim toda a colmeia. Com os guardiões experientes, porém, apenas o pote de mel poderia ser removido, o mel extraído, ea cera usada para fundição ou outros fins.

Futuro

A perspectiva para meliponines em Mesoamerica é incerta. O número de apicultores ativos de Melipona está caindo rapidamente em favor dos Apis melliferaAfricanized, mais econômicos e não indígenas . O alto rendimento de mel, 100 kg ou mais anualmente, juntamente com a facilidade de cuidados de colméia e capacidade de criar novas colméias de estoque existente, geralmente supera as conseqüências negativas da manutenção da colméia “abelha assassina”. Além disso, as abelhas africanizadas não visitam alguma flora, como as da família dos tomates , e várias árvores e arbustos florestais, que dependem das abelhas nativas para a polinização. Um declínio nas populações de flora nativa já ocorreu em áreas onde as abelhas sem ferrão foram deslocadas por abelhas africanizadas. Um golpe adicional para a arte da apicultura meliponina é que muitos dos apicultores meliponina são agora idosos, e suas colmeias não podem ser cuidados uma vez que morrem. As colmeias são consideradas semelhantes a uma coleção antiga da família, para ser parted para fora uma vez que o coletor morre ou ser enterrado no todo ou em parte junto com o apicultor em cima da morte. Na verdade, um levantamento de uma vez popular área das planícies maias mostra o rápido declínio dos apicultores, para cerca de 70 em 2004 de milhares no final dos anos 1980. É tradicional nas planícies maias que a própria colméia ou partes da colméia ser enterrado junto com o apicultor para voar al cielo , “voar para o céu”. [ Carece de fontes? ] Esforços de conservação estão em andamento em várias partes da Mesoamérica. [23]

Abelhas sem ferrão principais espécies que produzem mel 

Fonte: Wikipédia

Referências 

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